terça-feira, 6 de outubro de 2009

Novo Chevrolet Agile - Já está a venda

Após 3 anos de estudos, ensaios e intensos trabalhos em design e engenharia, a GM finalmente lança o primeiro produto do “Projeto Viva”: o Chevrolet Agile foi apresentado na noite desta segunda-feira (5) na cidade de Mendoza, na Argentina. O preço do modelo ainda não foi divulgado.

O carro compacto foi desenvolvido para colocar a GM na briga por um nicho de mercado importante da indústria automobilística, que contempla hatchbacks compactos com um apelo um pouco mais sofisticado, ou seja, carros um pouco mais espaçosos, mais altos e com motor mais potentes que os populares. E, claro, um pouco mais caros também. Assim, o Agile chega para brigar diretamente com o VW Fox, no mercado desde 2004, e com o Renault Sandero, que chegou em 2008. Outros concorrentes que atuam nesta faixa de preço são Fiat Punto e as versões mais caras de Ford Fiesta e Peugeot 207.

O Agile será oferecido em 2 versões, ambas equipadas com motor 1.4 flex com potência de 102 cv com álcool e 97 cv com gasolina. O Agile LT, o mais barato, traz como itens de série equipamentos como direção hidráulica, rodas aro 15 de aço com calota, ajuste de altura do banco do motorista e da coluna de direção, computador de bordo e piloto automático.

A versão topo de linha chama-se Agile LTZ. Esta versão inclui como itens de série faróis de neblina, rádio com Bluetooth, vidros e travas elétricas, alarme e espelhos retrovisores com acionamento elétrico. Equipamentos de segurança como freios ABS e airbags, e o ar-condicionado, são opcionais nas duas versões.

O Chevrolet Agile é o primeiro modelo do projeto Viva, que dará origem a uma família de novos veículos, inicialmente para mercados como o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O veículo foi desenvolvido na GM em São Caetano do Sul (SP) e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), e será fabricado em Rosário, na Argentina. O Agile vai ser o substituto natural do Corsa, que por enquanto continuará em produção. A partir da sua plataforma, a GM deve desenvolver um sedã, um utilitário esportivo e uma picape pequena.

Entre as novidades no aspecto visual que o carro apresenta está a nova identificação que a Chevrolet desenvolveu para os modelos, com uma grade frontal ao estilo de um trapézio dividida por uma barra no meio, onde aparece o símbolo dourado da marca.

O motor 1.4 é o mesmo utilizado em outros veículos da Chevrolet, como Prisma, Corsa e Meriva, mas ganhou novos ajustes para aumentar a potência. O motor tem um novo sistema de gerenciamento eletrônico, com sensores capazes de medir a quantidade de ar admitida pelo motor possibilitando um cálculo mais preciso da quantidade de combustível a ser utilizada.

Internamente, destaque para o painel com aspecto esportivo que mistura instrumentos digitais e analógicos e traz uma iluminação em azul. O computador de bordo informa quando o combustível está acabando, se a pilha do controle remoto está fraca, ou se há problemas no sistema de arrefecimento.

A posição de dirigir é mais alta do que as dos hatches convencionais, ficando semelhante a do VW Fox. E o porta-malas do Chevrolet Agile tem 327 litros de capacidade, chegando a 1.140 litros com os bancos traseiros rebatidos. É maior que os porta-malas do Fox (260 litros) e do Sandero (320 litros).

Resta saber como será a recepção do público com a chegada de um novo modelo logo após a volta da cobrança gradual do IPI e de recordes de venda na indústria automobilística.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

De Harley Davidson no Líbano

Evento reuniu cerca de 200 motociclistas de nacionalidades diferentes.
Eles passearam de sexta a domingo (4), quando chegaram a Beirute.

Entre os cerca de 200 motociclistas estavam pessoas do Líbano, Síria, Jordânia, Arábia Saudita, Grécia, Itália e França.

Evento foi organizado pelo Motorcycle and Tourism Club of Lebanon. Passeio pelo Líbano teve início na sexta (2) e terminou neste domingo (4), em Beirute.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Novo Chevrolet Agile - Lançamento está próximo

O mais novo integrante da família GM no Brasil aparece aos poucos. Primeiro a fabricante divulgou imagens camufladas do hatch, depois uma foto da lateral e da dianteira do carro e agora mostra como ficou a traseira e o interior do modelo que chega ao mercado no começo de outubro.

Pelas imagens a traseira é bem mais serena do que a dianteira que tem a grade bastante extensa e o capô bem elevado. No interior, o painel de instrumentos mistura elementos digitais e analógicos. A parte interna é digital, na qual aparecem as funções do computador de bordo e as luzes de advertência na parte inferior. Já o velocímetro, o marcador de combustível e o conta-giros são analógicos.

O hatch será equipado com o motor 1.4 Econo.Flex e oferecido em duas versões - LT e LTZ (nova nomenclatura global utilizada pela Chevrolet). Para disputar mercado com Volkswagen Fox e Renault Sandero, o Agile deve custar entre R$ 30 e R$ 35 mil.

A novidade é o primeiro modelo da GM do Brasil 100% nacional, mas a fabricação será em Rosário, na Argentina. De acordo com Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM, a fábrica no país vizinho é mais adequada para a produção do novo hatch em termos de custos e logística para exportação. Já a produção do segundo modelo da família – que ainda não foi divulgado e poderá ser um utilitário-esportivo, picape ou sedã - está confirmada para o Brasil.

Bike com conforto


Para quem procura conforto aliado a velocidade...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Abarth Grande Punto

Clique nas fotos para ampliá-las


Dados Técnicos:

Abarth Grand Punto

- 180 cv - motor 1.4 litros
- 0 - 100 km/h 7,6 segundos
- 218 km/ velocidade final
- 1.330 kg
- 8 airbag´s
- Valor na Europa 23.700 Euros
- Valor em Reais R$ 62.500,00







segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Decisão da FIA sobre Nelsinho, Renault e Briatore

Após o término da reunião do Conselho Mundial de Esporte a Motor da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Flavio Briatore foi banido da Fórmula 1 pelo caso da armação no GP de Cingapura de 2008. A Renault, ex-equipe do dirigente, recebeu uma suspensão de dois anos, mas com sursis: ou seja, o time não cumprirá a punição, a não ser que cometa outra infração grave ao regulamento.

Fernando Alonso foi inocentado e Nelsinho Piquet escapou de uma punição por ter colaborado com as investigações. Briatore, que saiu da Renault no dia 16 de setembro, não poderá ter mais nenhum envolvimento com a categoria e terá de abandonar o posto de empresário de pilotos na F-1. Ele trabalha atualmente com Fernando Alonso, Mark Webber, Heikki Kovalainen e Romain Grosjean. Pat Symonds, diretor de engenharia, foi suspenso por cinco anos de quaisquer competições organizadas pela FIA.

A Renault admitiu que a equipe conspirou com seu piloto Nelsinho Piquet para causar um acidente deliberado no GP de Cingapura de 2008, infringindo o Código Esportivo Internacional e o Regulamento Esportivo da Fórmula 1. Compareceram à reunião os pilotos Nelsinho Piquet e Fernando Alonso, mais Bernard Rey, presidente da equipe Renault.

Confira as decisões do Conselho Mundial da FIA sobre o caso:

- Renault
O Conselho Mundial confirmou a Renault culpada pelas gravíssimas infrações no GP de Cingapura de 2008, que colocaram em risco a integridade do esporte, além de ameaçar as vidas do público, dos comissários, dos outros pilotos e do próprio Nelsinho Piquet. A equipe francesa seria banida, mas a colaboração nas investigações e a saída dos envolvidos atenuaram a situação da escuderia. A Renault foi suspensa até o fim de 2011, mas o Conselho Mundial só ativará a punição em caso de uma infração comparável a essa neste período. Além disso, a montadora ajudará no trabalho de segurança da FIA nos próximos anos.

- Flavio Briatore
O dirigente foi banido da Fórmula 1 e de todas as competições reguladas pela FIA. Briatore não poderá sequer acessar áreas sob jurisdição da FIA. Além disso, a entidade não renovará a superlicença de nenhum piloto que seja empresariado por Briatore ou por empresas que tenham ligações com o italiano. A punição severa foi aplicada por causa da cumplicidade do ex-chefe da Renault, além da insistência em negar suas ações, apesar de todas as provas.

- Pat Symonds
O dirigente foi suspenso da Fórmula 1 e todas as competições reguladas pela FIA por um período de cinco anos. Durante este período, Symonds não poderá sequer acessar áreas sob jurisdição da FIA. Ele recebeu esta punição um pouco menos pesada porque admitiu que fez parte da conspiração e disse "ter etena vergonha" da participação no incidente.

- Nelsinho Piquet
O brasileiro teve sua imunidade confirmada pelo Conselho Mundial e não será punido pela participação na conspiração. A FIA concedeu esta benesse por Nelsinho ter entregue as provas e colaborado com as investigações.

- Fernando Alonso
O Conselho Mundial agradeceu a cooperação de Alonso nas investigações da FIA e por ter comparecido à reunião desta segunda-feira. A entidade chegou à conclusão de que o espanhol não estava envolvido na conspiração.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Dicas para você e sua moto

Dicas para você e sua moto

Em um recente levantamento feito pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) foi detectado um dado alarmante. O estudo apontou que 90% das motos em circulação na capital paulista apresentam alguma necessidade de manutenção e o detalhe fica agravado pela deficiência de um ou mais itens. Quase metade das motos inspecionadas tinha falhas em mais de quatro itens.

Os dados apresentados mostram que a manutenção das motocicletas é muito precária, o que pode comprometer o funcionamento e até mesmo a segurança do trânsito. Boa parte dessas motos é utilizada por motoboys, que fazem uso profissional do equipamento e em razão disso deveriam se preocupar mais ainda com a manutenção.

Para quem faz questão de andar seguro, segue uma lista de itens que devem ser inspecionados periodicamente.

Pneus
O segredo é manter a calibragem bem ajustada, pois o pneu precisa estar aderente ao solo para que o condutor tenha toda segurança durante a pilotagem. Não esqueça que ao carregar alguém na garupa é preciso aumentar a pressão do pneu traseiro. Já o dianteiro deve usar em torno de quatro libras a menos, pois o volume cúbico é menor quando comparado ao que vai na traseira.

A calibragem varia de acordo com as medidas do pneu, porém sempre são divulgadas tanto pelo fabricante da moto quanto pelo fornecedor do pneu. É importante ficar atento aos detalhes, pois o pneu esquenta com a rodagem e isso provoca uma dilatação do ar, o que pode aumentar a calibragem em até 6 libras. Assim sendo, tenha em mente que ao calibrar o pneu a pressão vai aumentar e em uma viagem, por exemplo, o pneu pode ficar muito duro, vai perder aderência e isso o condutor vai sentir mais durante as curvas.

Para andar na cidade mantenha a calibragem justa, mas ao ter que trafegar por distâncias maiores, como na estrada, por exemplo, ajuste a calibragem para menos, a fim de compensar o aumento da pressão. Uma dica legal é calibrar com nitrogênio, pois o ponto de dilatação é mais elevado , o que mantém a calibragem mais estável e por mais tempo.

Outra preocupação com os pneus está no momento de fazer a troca. Ao escolher um local para esse serviço confira se a máquina de montagem é mesmo para motos. Esse cuidado é essencial, principalmente para as rodas raiadas. Geralmente os pneus originais agüentam em torno de 10 a 12 mil quilômetros, mas independente da quilometragem é importante ficar atento ao friso na faixa central. Quando perceber que tem falhas, ou seja, está gasto, não bobeie e procure fazer a substituição o quanto antes. Certa instabilidade também pode denunciar o momento da troca, assim o fundamental mesmo é não estender a substituição.

Para escolher o pneu certo, o melhor é manter a versão original de fábrica, mas como existem vários tipos de pneus, o condutor pode optar por uma versão de composto mais duro, que vai durar mais, porém menos eficaz para aqueles pilotos que pretendem andar mais forte, utilizando toda a capacidade do pneu. O composto do tipo mais macio por sua vez vai durar menos, entretanto conta com a melhor aderência e isso se converte em segurança. Para todos os fins, sempre é bom seguir a recomendação do fabricante da moto, mesmo para fazer alterações.

Após a troca lembre-se de que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia. Assim, evite forçar as acelerações nas primeiras voltas, principalmente nas curvas.

Corrente

A corrente é responsável por transmitir o torque, ou seja, a força gerada pelo motor às rodas. Contudo, a necessidade da corrente é apenas a lubrificação, que deve ser feita a cada 500 km. A lubrificação da corrente evita o desgaste excessivo e por conseqüência a necessidade de troca de uma relação, composta por pinhão, coroa e corrente, o que não é nada barato. O lubrificante mais recomendado para fazer a lubrificação é óleo do tipo 90, que é bem grosso. Outra opção a ser empregada é a graxa náutica. Sua vantagem é não sair com água.

Freios
Existem dois tipos de freio. Um é modelo a tambor e o outro a disco. A tambor a manutenção é mais simples e mais em conta, porém esse modelo não é tão eficaz quanto o freio a disco. O modelo a tambor sofre mais em condições adversas, como por exemplo, em dia de chuva. Entretanto, se bem regulados funcionam adequadamente. Esse é o cuidado a se tomar. Como ele não se ajusta automaticamente é muito importante sempre manter ajustado a folga do cabo ou do varão de acionamento do freio.



No freio dianteiro é recomendável observar o estado do cabo de acionamento, sempre mantendo a lubrificação. Caso entre água no tambor, as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Isso não é um problema, mas exige atenção e com o tempo a devida manutenção.

No modelo a disco, por ser hidráulico ele se auto-ajusta, mas é preciso conferir sempre o nível de fluido do reservatório, geralmente no guidão. Muitas vezes, quando o nível baixar não será indicio de que o fluido vazou e sim que está na hora de trocar as pastilhas.

Óleo do motor
Dizer para seguir a recomendação do fabricante, não é nada mais que o correto, mas é também o que ninguém presta atenção. O ideal é trocar o óleo do motor da motocicleta a cada 3.000 km, sempre em conjunto com o respectivo filtro. Em alguns modelos de baixa cilindrada o fabricante recomenda a troca entre 1.000 km. Por isso é recomendável sempre seguir as instruções do manual do proprietário. O tipo da composição geralmente é mineral, já que boa parte das fábricas de motos evita o uso de óleos com base sintética. Lembre-se que uma vez que o óleo esteja no motor, independente da quilometragem ele deverá ser substituído em no máximo seis meses.


Motos de baixa cilindrada e baixa rotação o mais recomendado é o óleo do tipo 20W50, uma versão muito utilizada nos carros. Já as motos de maior cilindrada e também de giro mais elevado, o ideal é colocar óleo do tipo 20W40. Apenas para ilustrar, as motos de alta rotação são aquelas que andam em torno de 6 a 15 mil giros, ou seja, RPM (rotações por minuto). Com o óleo do motor de uma moto, aliás, para qualquer motor, é importante manter sempre o controle do nível de óleo, pois só assim é possível manter o correto funcionamento.

Bateria

A parte elétrica de um determinado modelo pode ser mais complexo, dotado de diversos equipamentos, mas independente disso, o que o condutor nunca deve deixar de examinar é a bateria. Ao menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria deve ser verificado. Alguns indícios podem denunciar a falta de solução na bateria, como por exemplo, quando o farol enfraquece em marcha lenta e fica forte ao acelerar, ou então quando o pisca é acionado e a luz em geral pisca junto. Se isso ocorrer é sinal de a bateria está enfraquecendo e precisa urgentemente de ser completada. Ao deixar a bateria sem solução por muito tempo, de uma hora para outra o condutor pode ficar na mão.

Carenagem e suportes

Se a sua moto tiver carenagem é fundamental fazer um reaperto ao menos a cada dois meses, pois a vibração do motor tende a afrouxar os parafusos. O mesmo cuidado deve ser estendido para os suportes em geral, como por exemplo, um porta-bagagem, painel e acessórios variados.

Fonte: g1.com.br