

























Após 3 anos de estudos, ensaios e intensos trabalhos em design e engenharia, a GM finalmente lança o primeiro produto do “Projeto Viva”: o Chevrolet Agile foi apresentado na noite desta segunda-feira (5) na cidade de Mendoza, na Argentina. O preço do modelo ainda não foi divulgado.
O carro compacto foi desenvolvido para colocar a GM na briga por um nicho de mercado importante da indústria automobilística, que contempla hatchbacks compactos com um apelo um pouco mais sofisticado, ou seja, carros um pouco mais espaçosos, mais altos e com motor mais potentes que os populares. E, claro, um pouco mais caros também. Assim, o Agile chega para brigar diretamente com o VW Fox, no mercado desde 2004, e com o Renault Sandero, que chegou em 2008. Outros concorrentes que atuam nesta faixa de preço são Fiat Punto e as versões mais caras de Ford Fiesta e Peugeot 207.
O Agile será oferecido em 2 versões, ambas equipadas com motor 1.4 flex com potência de 102 cv com álcool e 97 cv com gasolina. O Agile LT, o mais barato, traz como itens de série equipamentos como direção hidráulica, rodas aro 15 de aço com calota, ajuste de altura do banco do motorista e da coluna de direção, computador de bordo e piloto automático.
Entre as novidades no aspecto visual que o carro apresenta está a nova identificação que a Chevrolet desenvolveu para os modelos, com uma grade frontal ao estilo de um trapézio dividida por uma barra no meio, onde aparece o símbolo dourado da marca. 


O mais novo integrante da família GM no Brasil aparece aos poucos. Primeiro a fabricante divulgou imagens camufladas do hatch, depois uma foto da lateral e da dianteira do carro e agora mostra como ficou a traseira e o interior do modelo que chega ao mercado no começo de outubro.
Pelas imagens a traseira é bem mais serena do que a dianteira que tem a grade bastante extensa e o capô bem elevado. No interior, o painel de instrumentos mistura elementos digitais e analógicos. A parte interna é digital, na qual aparecem as funções do computador de bordo e as luzes de advertência na parte inferior. Já o velocímetro, o marcador de combustível e o conta-giros são analógicos.
O hatch será equipado com o motor 1.4 Econo.Flex e oferecido em duas versões - LT e LTZ (nova nomenclatura global utilizada pela Chevrolet). Para disputar mercado com Volkswagen Fox e Renault Sandero, o Agile deve custar entre R$ 30 e R$ 35 mil.
A novidade é o primeiro modelo da GM do Brasil 100% nacional, mas a fabricação será em Rosário, na Argentina. De acordo com Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM, a fábrica no país vizinho é mais adequada para a produção do novo hatch em termos de custos e logística para exportação. Já a produção do segundo modelo da família – que ainda não foi divulgado e poderá ser um utilitário-esportivo, picape ou sedã - está confirmada para o Brasil.
Fernando Alonso foi inocentado e Nelsinho Piquet escapou de uma punição por ter colaborado com as investigações. Briatore, que saiu da Renault no dia 16 de setembro, não poderá ter mais nenhum envolvimento com a categoria e terá de abandonar o posto de empresário de pilotos na F-1. Ele trabalha atualmente com Fernando Alonso, Mark Webber, Heikki Kovalainen e Romain Grosjean. Pat Symonds, diretor de engenharia, foi suspenso por cinco anos de quaisquer competições organizadas pela FIA.
A Renault admitiu que a equipe conspirou com seu piloto Nelsinho Piquet para causar um acidente deliberado no GP de Cingapura de 2008, infringindo o Código Esportivo Internacional e o Regulamento Esportivo da Fórmula 1. Compareceram à reunião os pilotos Nelsinho Piquet e Fernando Alonso, mais Bernard Rey, presidente da equipe Renault.
Confira as decisões do Conselho Mundial da FIA sobre o caso:
- Renault
O Conselho Mundial confirmou a Renault culpada pelas gravíssimas infrações no GP de Cingapura de 2008, que colocaram em risco a integridade do esporte, além de ameaçar as vidas do público, dos comissários, dos outros pilotos e do próprio Nelsinho Piquet. A equipe francesa seria banida, mas a colaboração nas investigações e a saída dos envolvidos atenuaram a situação da escuderia. A Renault foi suspensa até o fim de 2011, mas o Conselho Mundial só ativará a punição em caso de uma infração comparável a essa neste período. Além disso, a montadora ajudará no trabalho de segurança da FIA nos próximos anos.
- Flavio Briatore
O dirigente foi banido da Fórmula 1 e de todas as competições reguladas pela FIA. Briatore não poderá sequer acessar áreas sob jurisdição da FIA. Além disso, a entidade não renovará a superlicença de nenhum piloto que seja empresariado por Briatore ou por empresas que tenham ligações com o italiano. A punição severa foi aplicada por causa da cumplicidade do ex-chefe da Renault, além da insistência em negar suas ações, apesar de todas as provas.
- Pat Symonds
O dirigente foi suspenso da Fórmula 1 e todas as competições reguladas pela FIA por um período de cinco anos. Durante este período, Symonds não poderá sequer acessar áreas sob jurisdição da FIA. Ele recebeu esta punição um pouco menos pesada porque admitiu que fez parte da conspiração e disse "ter etena vergonha" da participação no incidente.
- Nelsinho Piquet
O brasileiro teve sua imunidade confirmada pelo Conselho Mundial e não será punido pela participação na conspiração. A FIA concedeu esta benesse por Nelsinho ter entregue as provas e colaborado com as investigações.
- Fernando Alonso
O Conselho Mundial agradeceu a cooperação de Alonso nas investigações da FIA e por ter comparecido à reunião desta segunda-feira. A entidade chegou à conclusão de que o espanhol não estava envolvido na conspiração.