








Modelos raros de Ferrari e Maserati vão ser leiloados no dia 17 de maio em Maranello, na Itália. Entre as preciosidades que estarão à venda está uma Ferrari 500 Superfast de 1965, avaliada em 12 milhões de euros (US$ 15,5 milhões). O veículo, que disputou as 24 Horas de Le Mans e também correu em Monza.
Quem não quiser gastar tanto terá de pagar pelo menos 2 milhões de euros (US$ 2,58) por um exemplar da Ferrari 250 GT California de 1959, que conta com motor V12 3,0 litros de 240 cavalos. Também irá a leilão um monoposto Maserati 250F Grand Prix de 1956, que foi pilotada por Juan Manuel Fangio. O lance inicial começa por 1,7 milhão de euros (US$ 2,2 milhões).
A fabricante alemã Porsche promoveu neste domingo (19), em Xangai, na China, a estreia mundial do novo carro esportivo Panamera S. O carro de quatro portas pode atingir a velocidade máxima de 303 km/h. O modelo será comercializado a partir de setembro com duas versões de motorização: 4,8 litros V8 com 400 cavalos de potência, e 4,8 litros V8 turbo, com 500 cavalos de potência a tração em todas as rodas.
A empresa vai ainda produzir o modelo a gasolina com motor de seis cilindros e 200 cavalos, e uma com motor V6 híbrido em 2010.
O carro tem porta-malas de 445 litros podendo chegar a 1.230 com o banco traseiro rebatido. O interior será equipado com um sistema de som com 1000 W de potência e 16 auto-falantes.


Em outras palavras, o selo estampa valores padronizados de algo que é muito variável – o consumo médio de combustível de um carro varia de acordo com a maneira de conduzir, a quantidade de carga, a pressão dos pneus, o trânsito que cada motorista encontra, entre outros fatores. “Cada consumidor terá a sua realidade de acordo com sua maneira de dirigir e sua relação com o veículo”, salienta João Jornada, presidente do Inmetro. “Os números que aparecem na etiqueta são representativos para um consumidor médio.”
Não são todos os carros que terão a etiqueta. O selo não é obrigatório. Neste primeiro momento, apenas cinco montadoras participam voluntariamente do programa: Chevrolet, Fiat, Honda, Kia e Volkswagen. Este ano, 31 modelos de cinco categorias poderão sair de fábrica etiquetados.

O selo será renovado anualmente e um carro que teve classificação E (muito consumo) poderá no ano seguinte obter uma qualificação melhor de acordo com as melhorias técnicas feitas pelo fabricante. O Em agosto, o Inmetro vai analisar novos modelos que poderão receber o selo. “O consumidor vai utilizar esta etiqueta como critério para compra do seu veículo”, acredita o presidente do Inmetro.
Fonte: g1.com.br
Segundo a agência AutoInforme, a picape Fiat Strada CD deve chegar ao mercado em julho deste ano. De acordo com a agência, o modelo já está em fase de homologação. Ou seja, a Fiat está aguardando as resoluções do Denatran, Contran, Conama e Inmetro, para começar a vender o modelo no mercado.
A grade do radiador está maior e recebeu barras cromadas verticais, acentuando a esportividade do modelo, assim como o uso de mais luzes de LEDs (inclusive na seta de direção) – característica marcante dos novos modelos da marca alemã.

Mecanicamente, o SUV passa a ser equipado com um sistema de reaproveitamento de energia, que capta a força desperdiçada durante as freadas e a converte em energia elétrica enviada diretamente para a bateria do carro. A Audi afirma que essa tecnologia reduz a emissão de CO2 em mais de 5g/km.



A proposta segue para análise do Senado. Se aprovada, precisará ainda do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para virar lei.
O projeto é de autoria do deputado Marcelo Guimarães Filho (PFL-BA). Ele determina que o motociclista deverá observar a distância lateral de 1,5 metro dos carros em circulação. A medida inviabiliza o costume de motociclistas de seguir pelos corredores formados entre carros no caso de congestionamentos ou em semáforos.
O Executivo já havia vetado a idéia sob a alegação de que a prática é largamente utilizada em todo o mundo. O relator da proposta na CCJ, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), assinalou que o próprio código estabelece como diretriz "o trânsito em condições seguras", e que a proibição é condizente com esse princípio.
Com a medida, o deputado acredita ser possível reduzir a quantidade de acidentes envolvendo motocicletas, preservando, assim, a vida dos condutores, já que manobras como as realizadas atualmente no trânsito passarão a ser infrações sujeitas a multas.
Fonte : g1.com.br

Por aqui os motociclistas brasileiros aguardam ansiosos pela substituta da aposentada CBX 250 Twister, a naked de 250cc da Honda. Enquanto isso, no continente europeu a marca japonesa acabou de apresentar a nova VTR 250, versão 2009, para incrementar ainda mais o mix de produtos na categoria, tão popular além mar quanto cá no Brasil.
Isso porque em alguns países europeus a habilitação para motocicletas tem diversos níveis, restringindo o uso de determinada cilindrada. Uma dessas habilitações permite pilotos jovens e sem muita experiência guiarem motos de até 250 cm³.
Embora nova na Europa, a VTR 250 já tem uma bem-sucedida trajetória no Japão, onde seu desempenho esportivo, facilidade de condução e confiabilidade fazem dela a líder na categoria de um quarto de litro.
O motor de dois cilindros em “V” nasceu na VT 250F de 1982. Depois de muitas atualizações, mantendo sempre a mesma arquitetura, foi montado na primeira VTR 250 em 1997.
O grande diferencial do modelo em sua primeira versão foi o quadro em treliça. Desde então a VTR 250 atraiu motociclistas jovens e iniciantes por sua facilidade de pilotagem.
Reestilizada e atualizada para 2009, a VTR 250 faz sua estréia no continente europeu em um momento em que seus atributos são muito bem-vindos. Já que o transporte de duas rodas está ganhando cada vez mais espaço no velho continente como uma maneira prática e econômica de se locomover.
A proposta da VTR 250 é ser uma moto prazerosa e de fácil pilotagem. A pequena naked esbanja estilo e certo ar de exclusividade devido ao motor em V e o quadro treliçado.
Motor
A unidade motriz da renovada naked de 250 é um bicilíndrico em V a 90 graus com duplo comando no cabeçote e arrefecimento líquido. Ela ganhou o moderno sistema de injeção de combustível PGM-FI da Honda para um funcionamento suave e também para proporcionar torque desde as baixas rotações. O motor V2 oferece 29 cv de potência máxima a 10.500 rpm, além de torque máximo de 2,24 kgf.m a 8.500 rpm.
Em conjunto com o câmbio de cinco marchas, a VTR 250 promete conforto e economia de combustível. Fazendo dela uma moto ideal para o dia-a-dia e também para viagens no final de semana.

O estilo da pequena VTR é marcado pelo seu quadro de aço em treliça, que lembra muito as italianas Ducati. Facilitando a pilotagem dos inexperientes o banco está apenas a 77 centímetros do chão. Para agüentar os trancos das vias a suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico com 117 mm de curso e a traseira conta com único amortecedor de 125 mm de curso. A suspensão traseira ainda traz ajuste da pré-carga da mola.
Estabilidade também não será problema para a VTR, ao menos na teoria. As rodas de liga-leve são calçadas com pneus sem câmara, nas medidas 110/70 – 17, na dianteira, e 140/70 – 17, na traseira.
Os freios da VTR 250 merecem destaque. O avantajado disco dianteiro tem 296 mm de diâmetro e é mordido por pinça de pistão duplo. Na traseira, a VTR também usa freio a disco de 220 mm acionado por pinça de pistão simples.
Preço competitivo
Recém lançada na Europa, a nova VTR 250 custa 4.699 euros na Espanha e estará disponível a partir de maio nas revendas hispânicas. Só para comparar: a nossa aposentada Twister é vendida em Portugal com o nome de CBF 250 por 4.430 euros. Pouca diferença se levarmos em conta o motor V2, o estilo mais moderno e o freio a disco na traseira da VTR. Bem que a VTR não seria uma má opção para os fãs de Twister no Brasil, ainda mais se o preço fosse semelhante.
Mas a assessoria de imprensa da Honda tratou de frustrar as esperanças dos órfãos da Twister e prontamente respondeu nossas indagações por e-mail: “não há previsão do modelo VTR 250 vir para o Brasil”.






A BMW vai apresentar no Salão do Automóvel de Nova York os crossovers X5M e X6M. Os carros levam motor 4.4 V8 com 555 cavalos de potência, muito mais encorpado que o motor 5.0 V10 (520 cv) utilizados nos atuais modelos M5 e M6 da montadora alemã.
O X5M e o X6M vêm ainda com transmissão automática de seis velocidades e câmbio "borboleta" instalado atrás do volante. De acordo com o fabricante, os dois modelos aceleram de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atingem as velocidades máximas limitadas eletronicamente de 250km/h ou 275km/h (nos modelos com o opcional "M Package").
Não há previsão destes modelos serem vendidos no Brasil.
O Salão do Automóvel de Nova York começa no próximo dia 10.
