sexta-feira, 24 de julho de 2009

Novo Honda City 2010

A Honda divulgou nesta sexta-feira (24) os dados e as primeiras fotos oficiais em movimento do novo sedã da marca no Brasil, o Honda City. O veículo estará à venda na próxima semana com preços sugeridos a partir de R$ 56.210. O carro será produzido em Sumaré (SP), tornando-se o terceiro modelo da história da Honda com produção nacional, após o Fit e o Civic. A Honda pretende exportar o City para outros países da América do Sul.

O carro foi desenvolvido com base na terceira geração do veículo, que atualmente é vendido na Tailândia e outros países. O carro lançado pela primeira vez no país asiático em 1996 e acumula vendas de mais de 1,2 milhão de unidades em cerca de 45 países.

O Honda City é equipado com motor 1.5l i-VTEC Flex que fornece 115 cv com gasolina e 116 cv com álcool. O modelo será oferecido em três versões. A LX, de entrada, tem câmbio manual e rodas de liga leve de 15 polegadas, cinco raios e pneus 175/65.

As versões EX (R$ 61.650 com câmbio manual e R$ 65.450 automático) e EXL (R$ 65.375 com câmbio manual e R$ 71.095 automático) possuem rodas de liga de 16 polegadas, cinco raios e pneus 185/55; a versão LX tem rodas de liga de 15 polegadas, cinco raios e pneus 175/65.

As medidas do City, 4.400 mm de comprimento, 1.695 mm de largura e distância entre eixos de 2.550mm. O porta-malas tem capacidade para 506 litros. Apesar de ser um pouco menor que o Honda Civic, o City pode até concorrer com o “irmão mais velho” em algumas configurações – o New Civic parte de R$ 64.365. E poderá até brigar com alguns sedãs médios como Ford Focus e Fiat Linea.


Fonte: globo.com

Essa motocicleta já é clássica






quinta-feira, 23 de julho de 2009

Hyundai registra recorde de vendas

A Hyundai anunciou um crescimento recorde de 48% nas vendas no segundo trimestre do ano, segundo comunicado divulgado pela fabricante sul-coreana de automóveis nesta quinta-feira (23). De acordo com a montadora da Coreia do Sul, as vendas em mercados emergentes como China e Índia contribuíram para a empresa fechar o balanço com um lucro de US$ 650 milhões – maior já registrado em um único semestre.

A Hyundai faz uma estratégia agressiva de crescimento em outros mercados e procura ganhar uma reputação global de qualidade. No início deste mês, a empresa introduziu o seu primeiro veículo eléctrico híbrido, o Avante LPI Hybrid (em alguns mercados chamado de Elantra LPI Hybrid).

A empresa atingiu a marca de 5% de participação no mercado mundial de automóveis apesar da queda global de 15% na procura mundial por novos veículos. O desempenho da empresa foi forte na China e na Índia, onde Hyundai construiu fábricas para satisfazer a crescente demanda.

De acordo com a empresa, a receita da venda de automóveis na China cresceu 96% no semestre em relação ao mesmo período de 2008, enquanto que o volume de veículos vendidos subiu 56%. Na Índia, a receita das vendas cresceu 36% e o volume de veículos comercializados subiu 9,7%.

Fonte: g1.com.br

terça-feira, 21 de julho de 2009

Novo Astra 2010 + completo

O Chevrolet Astra 2010 foi apresentado nesta terça-feira (21), em Americana (SP), com leves modificações estéticas e o motor 2.0 Flexpower, que desenvolve 140 cv a 5.600 rpm, quando abastecido com álcool, e 133 cv a 5.600 rpm, com gasolina.

O modelo hatch de quatro portas será oferecido com preços a partir de R$ 44.389. A versão sedã parte de R$ 47.504.

O Astra hatch tem como principais concorrentes o VW Golf, Ford Focus e Fiat Stilo. O Astra sedã concorre com Peugeot 307 Passion, VW Polo Sedan e Ford Focus Sedan.

A GM incluiu como itens de série, o ar-condicionado eletrônico digital, rodas de liga leve aro 16, controle automático da temperatura e regulagem elétrica dos faróis. A versão top de linha tem câmbio automático, piloto automático, airbag duplo e aerofólio traseiro e custa R$ 50.240 (hatch) e R$ 51.505 (sedã).

De acordo com o fabricante, o Astra com câmbio manual tem consumo de 16,4 km/litro na estrada e 11,1 km/litro na cidade quando abastecido com gasolina, e registra 11,0 km/litro na estrada e 7,5 km/litro na cidade com álcool no tanque. O modelo automático, abastecido com gasolina, faz 15,0 km/litro (estrada), 10,5 km/litro (cidade). Quando movido a álcool, o Astra automático faz 10,3 km/litro na estrada e 7,5 km/litro no uso urbano.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Nova Fazer 2009 - Confirmada

Novidades para a linha Fazer 2009:

- Sensor de O²
- Novo escapamento na cor preta, diâmetro passou de Ø44mm para Ø53mm
- Lanterna da Fazer Limited Edition
- Piscas na cor cristal
- Novas lãmpadas, mais eficientes
- Painel com novo design

Motorista destrói Bugatti EB110 em corrida de rua

Este Bugatti EB110 ficou parcialmente destruído depois que o motorista perdeu o controle do veículo durante o Bavaria City Race Show, tradicional corrida de rua que ocorreu este ano em Moscou, Rússia, no dia 19, domingo.

O Bugatti EB110 foi fabricado na década de 90 (1991 a 1995), conta com motor 3.5 turbo V12 de 542 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos e pode atingir a velocidade máxima de 343 km/h (Foto: Ivan Podakin/AP)


Motos Clássicas











sexta-feira, 17 de julho de 2009

Novo Renault Master 2009

A Renault apresentou nesta sexta-feira (17) a linha 2009 do Master que está disponível em três configurações: chassi-cabine, furgão e minibus. As mudanças em relação a versão anterior estão concentradas principalmente no design externo da dianteira e no interior que deixaram as linhas retas de lado e apresentam formatos mais arredondados.

Por fora, a versão 2009 do Master traz novo desenho do capô, da grade frontal, dos farois e parachoque. No interior, o painel de instrumentos e as saídas de ar ganharam os mesmos traços dos modelos da marca, como o Sandero e o Symbol. Mas a principal novidade está na alavanca do câmbio que foi instalada no painel, próximo ao volante.

O câmbio manual também teve alterações na parte mecânica: passou de cinco para seis marchas. Sob o capô as versões trazem o mesmo motor diesel 2.5 16V de 115 cv e 29,6 kgfm de torque. Todas as configurações, em todas as versões, saem de fábrica com direção hidráulica, banco de motorista com regulagem de altura e inclinação e farol com regulagem de altura.

Produzida no PR, a linha parte de R$ 77 mil na configuração chassi-cabine. Já o furgão, disponível em três versões, começa em R$ 79,7 mil e chega a R$ 91,8 mil (a diferença entre os modelos são o comprimento e a largura). Já o minibus custa R$ 101,1 mil na versão 13 lugares e R$ 103,1 mil com capacidade para 16 passageiros (em ambos os casos, incluindo o motorista).

A lista de opcionais inclui freios ABS, airbag para motorista, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. Os itens adicionais são divididos em pacotes que variam de acordo com a configuração e versão da linha. Os preços variam entre R$ 1,6 mil, no caso do Pack Elétrico (vidros, travas e retrovisores elétricos), e chegam a R$ 15,1 mil no Pack Luxo que vem com todos os opcionais.


O mercado de comerciais leves fechou o primeiro semestre do ano com 242.810 unidades emplacadas entre picapes, utilitários e furgões, segundo dados da Fenabrave.

No segmento de furgões, que representam mais de 15% dos comercias leves, a linha Master ocupa a 4º posição em vendas do segmento, atrás de Volkswagen Kombi, Hyundai HR e Fiat Ducato. Pelo preço, os principais concorrentes da linha são o Ducato (R$ 93.150) e a Mercedes-Benz Sprinter (R$ 83 mil), que ocupa a quinta posição no acumulado de 2009.

Entre os outros concorrentes estão o Iveco Daily, Peugeot Boxer, Citroën Jumper e Ford Transit. “Além destes tradicionais competidores, o mercado está assistindo à chegada dos modelos asiáticos, que estão adotando uma estratégia agressiva de preço”, afirma o gerente de marketing e produto da Renault do Brasil, Ricardo Fischer.

Mesmo com a concorrência acirrada do mercado, a Renault estima elevar a participação no segmento que hoje é de 17,4% para 22% até o final do ano. “Apostamos nesse crescimento graças à redução do IPI que também teve forte impacto no segmento”, afirma Jean-Michel Jalinier, presidente da Renault no Brasil.

Outra aposta da marca francesa é no chassi-cabine. A tendência de concentração de centros de distribuição paralelos à pista expressa do Rodoanel e a restrição de circulação de caminhões na cidade de São Paulo deve aumentar a procura por esse tipo de veículo. “A estimativa é triplicar as vendas da configuração chassi-cabine que representam hoje 3% do mix de vendas da linha Master”, afirma Fischer. Atualmente as vendas do minibus representam 54% do total, enquanto a de furgões 43%. A Renault também pretende aumentar a participação no segmento de furgões transformados (para transporte escolar e ambulâncias, por exemplo). Esta fatia representa hoje 25% do mix de vendas.

Fonte: g1.com.br

terça-feira, 14 de julho de 2009

Kia Picanto já traz selo de consumo - PBE Veicular

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No dia 17 de abril deste ano, o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) anunciou os primeiros 21 carros nacionais e importados que já poderiam sair de fábrica com o selo do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular), que indica se o modelo é mais ou menos econômico. Mas passados quase três meses da divulgação do ranking de consumo de combustível, apenas um veículo – o Kia Picanto - já pode ser encontrado nas concessionárias com o adesivo fixado no vidro. As classificações das etiquetas variam entre A a E, sendo “A” a mais econômica (o compacto sul-coreano recebeu esta classificação).

O grande obstáculo para a disseminação da etiqueta é que a adesão ao programa ainda é voluntária. Apenas Fiat, General Motors, Kia, Volkswagen e Honda aderiram ao PBE Veicular e enviaram para o Inmetro os dados que consumo que permitiram avaliar os modelos que consomem mais e menos combustível. E, por enquanto, com exceção da Kia, nenhum o outro fabricante tem planos de colocar o adesivo nos automóveis que já receberam a classificação.

Como os resultados que levaram ao ranking foram obtidos em testes de laboratório, Paulo Roberto Garbossa, consultor da ADK Automotive, empresa especializada na análise do comportamento do setor automotivo, lembra que o selo serve apenas como parâmetro para o consumidor de comprar um carro da mesma categoria. “Não quer dizer que a pessoa vá conseguir o mesmo índice de consumo no seu veículo. Cada motorista tem seu modo de dirigir, o que influencia totalmente comportamento do automóvel. Por exemplo, há pessoas que pisam mais no acelerador, o que eleva o gasto do álcool ou gasolina”, salienta o especialista.

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular é para automóveis com motores de ciclo Otto (gasolina, flexíveis e GNV) e compara o consumo em várias categorias (compactos, médios e grandes). O levantamento apontou que o Fiat Mille é o carro mais econômico do país, fazendo 10,8 km/l com álcool e 15,7 km/l com gasolina (nos dois casos em trânsito urbano). Essa avaliação do modelo lhe garantiu a classificação “A”, de menor consumo na categoria. Por outro lado, alguns modelos da própria marca italiana tiveram a pior classificação de consumo (E), se comparados com concorrentes. Receberam esta classificação o Palio 1.4, Palio 1.8, Idea 1.4 e Siena 1.8.

Além do Mille e do Picanto, também receberam a classificação A, de menor consumo em seu segmento, o Honda Fia 1.4 (mecânico) e os Volkswagen Gol 1.0 e 1.6 BlueMotion.


Fonte: gazetadopovo.com

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Honda XL 700V Transalp - Lançamento para 2010

Com 22 anos de idade, o modelo Transalp, que tem estilo misto (cidade e campo), foi lançado em 1987 e passou pela primeira plástica em 1990, quando ganhou novo motor, cuja cilindrada aumentou de 583 cm³ para 647 cm³. Em 2008, a moto passou por nova cirurgia, desta vez totalmente radical, ganhando novo visual e motor de dois cilindros em V de 680 cm³, equipado com injeção eletrônica, que desenvolve potência de 60cv a 7.750 rpm e torque de 6,1 kgfm a 5.500 rpm. Com esse novo pacote, o modelo é vendido na Europa e também na Argentina.

Segundo Téo Mascarenhas, do Estado de Minas, com o fim da Falcon 400, abriu-se um grande “buraco” na linha da montadora no Brasil, que, da nova XRE 300, lançada em junho para substituir a Tornado 250 e de quebra os órfãos da Falcon 400, salta para a XL 1000V Varadero, exatamente a “irmã” maior da XL 700V Transalp. Essa conjugação de fatores aponta para o desembarque do novo modelo também no Brasil. O mercado igualmente aposta na apresentação da nova moto no Salão Das Duas Rodas, de 7 a 12 de outubro. O modelo disputaria um segmento que, neste momento, é explorado por outras marcas.

Aposta

A Transalp 700 é comercializada na Europa por 8.499 euros. Exportada para o Brasil, a moto seria montada em Manaus, com possibilidade de nacionalização de alguns componentes, e comercializada por um preço que ficaria em torno dos R$ 35 mil, para brigar com modelos como Suzuki V-Strom 650, BMW F 650 GS e Yamaha XT 660. Esta última, por contar com motor de apenas um cilindro, tem preço mais em conta. A versão 2009 da Transalp manteve as características técnicas do modelo anterior, renovando apenas a decoração.

Adaptação

Na última reforma do modelo, ganhou uma utilização mais estradeira, apesar do sugestivo nome, que sugere a travessia dos Alpes como seu habitat. Para tanto, a roda dianteira, que era de 21 polegadas, passou para 19 polegadas de diâmetro, proporcionando mais agilidade em curvas. A montadora também comercializa uma série de acessórios, como bauleto, bolsas laterais, sistema de navegação por GPS, alarme, cavalete central e para-brisa um pouco mais alto (17 mm), para melhorar o conforto aerodinâmico em viagens mais longas. Para melhor adaptação, também oferece a possibilidade de um banco 20mm mais baixo, reduzindo a distancia para o chão de 841 mm para 821 mm.

O painel é completo, com elementos digitais e analógicos. O câmbio tem cinco marchas e o peso em ordem de marcha é de 214 quilos, para versão sem ABS, e de 219 quilos, com esse tipo de freio. O visual tem “farolzão” arredondado em destaque, junto com carenagem, assim como o conjunto tanque (de 17,5 litros) e aletas com muito volume.

Fonte: gazetadopovo.com

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Volvo XC 60R será apresentado em breve

O Volvo XC60 foi apresentado oficialmente no Salão do Automóvel em SP, em novembro de 2008. Atualmente ele é comercializado em três versões de acabamento: Comfort (R$ 138,50 mil), Dynamic (R$ 156,50 mil) e Top (R$ 165,90 mil). Agora, a marca sueca apresentará no Salão de Frankfurt, na Alemanha (17 e 27 de setembro), o XC60 R-Design. Um modelo com itens de aparência exclusivos.

A linha esportiva R-Design também está disponível nos modelos C30, S40, V50, S80, V70 e XC90 e não tem previsão de ser comercializada no mercado brasileiro.

Entre as novidades estéticas, o XC60 R-Design tem o acabamento dos espelhos retrovisores, dos faróis de neblina e da grade dianteira em metal polido. A grade conta também com o logo R-Design e as duas saídas de escapamento são cromadas. A seção inferior da carroceria vem na mesma cor do veículo, diferentemente dos modelos convencionais do XC60, nos quais o acabamento é sempre preto. As rodas que equipam o modelo são aro 18, com opção para o aro 20.

No interior do carro, há predomínio de acabamentos de metal, com detalhes de alumínio nas portas, no console central e no volante. O câmbio é revestido em couro perfurado, assim como o volante. Os pedais são de alumínio escovado e contam com detalhes em borracha.

“A versão R-Design deixa o XC60 ainda mais esportivo e confere um aspecto refinado em termos de design e experiência ao dirigir. Essas características se aplicam ao perfil distinto dos compradores deste tipo de carro”, explica Lennart Stegland, presidente da divisão de Veículos Especiais da Volvo Cars.

Senado aprova profissões de motoboy e mototaxista

O plenário do Senado aprovou, em votação simbólica, na noite desta quarta-feira (8), um projeto de lei que regulamenta as profissões de mototaxista, motoboy e motofrete.

O substitutivo ao PLS 203/2001 foi apresentado há oito anos pelo então senador Mauro Miranda (PMDB-GO).

A nova lei, que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece a idade mínima de 21 anos para o exercício dessas profissões, além da exigência de habilitação por, no mínimo, dois anos na categoria de motos.

Pelo projeto, caberá ainda às câmaras definirem em cada município regras específicas, como se poderá haver ou não mototáxi para transporte de passageiros.

Mototaxistas e motoboys que acompanhavam a votação nas galerias saudaram a aprovação do projeto. Fonte: g1.com.br