

O Ministério da Justiça anunciou nesta terça-feira (9) que vai multar a Fiat do Brasil em R$ 3 milhões por defeito de fabricação no Fiat Stilo. Em paralelo, o Denatran decidiu obrigar a montadora a realizar o recall imediato das unidades do modelo fabricadas a partir de 2004. A Fiat informou, em nota oficial na noite desta terça-feira, que cumprirá a decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) e determinará em breve a realização de recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A montadora diz que a decisão a "surpreendeu".
"A empresa reitera, entretanto, que os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de Engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas", diz a nota.
A Fiat Automóveis informa ainda que tomará, de imediato, a providência de recorrer da decisão nas esferas competentes, "em busca do pleno esclarecimento dos fatos". O problema está no conjunto do cubo da roda do Stilo, que pode romper-se e causar a soltura da roda. O órgão destaca que não foram observados acidentes envolvendo veículos com freios ABS.
O ministério recomenda que os consumidores procurem "imediatamente a empresa" e, caso se sintam lesados, devem entrar em contato com os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para garantir a prevenção ou reparação de eventuais danos. Em casos de recall, a montadora atende seus clientes por meio das concessionárias e da central de relacionamento no 0800 707 1000.
Porém, a procuradora da República Cristina Viana ressalta que a partir do momento que a montadora tem ciência da necessidade de recall, ela deve desenvolver um plano de mídia para divulgar o problema. Segundo ela, o tempo para isso acontecer dependerá do grau de dificuldade que a empresa terá para montar a estrutura de atendimento ao consumidor. “Tem de ser feito com brevidade. Mas há questões envolvidas como a disponibilidade de peças, por exemplo”, afirma Cristina.
O processo foi instaurado em junho de 2008 pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça. De acordo com o Procon-SP, durante a investigação foram reportados cerca de 30 acidentes, entre 2007 e 2008, após o motorista perder uma das rodas de Stilos fabricados entre 2004 a 2008. Do total de acidentes, oito apresentaram indícios de defeito.
A multa aplicada é a máxima prevista no Código de Defesa do Consumidor. Na visão do órgão, a montadora negou a existência de defeito e não realizou recall, colocando em risco a saúde e segurança dos consumidores.
A Fundação Procon-SP também instaurou processo administrativo contra a empresa por ter introduzido no mercado produto, que sabia ou deveria saber, com alto grau de periculosidade. A multa a ser aplicada pode variar de R$ 200 a R$ 3 milhões.
O que motivou a análise do DPDC foi um acidente em fevereiro de 2007. A vítima dirigia seu Stilo Sporting 2007 durante uma viagem com o marido e as três filhas pelo Nordeste do país. Segundo o relato do advogado da vítima, Eduardo de Albuquerque, a roda esquerda do eixo traseiro se soltou, o carro bateu em um barranco e tombou na pista (a versão anterior desta reportagem apontava que a roda solta era a da direita, mas a informação foi retificada).
Uma das crianças teve fraturas no braço e sofreu traumatismo craniano. A pessoa envolvida não pode ser identificada devido a uma medida cautelar que a proíbe de falar sobre o caso até que ele seja concluído.
De acordo com o ministério, representantes da Fiat participaram de audiências com os órgãos que compõem o GEPAC e acompanharam todas as análises técnicas realizadas. "A montadora se manifestou no processo 13 vezes, juntou laudos técnicos e de páginas de documentos, nas quais afirmou categoricamente e reiteradas vezes que não havia defeito e, por essa razão, não haveria necessidade de realização de recall", diz nota do Ministério da Justiça.
Em fevereiro, antes da decisão, o G1 entrou em contato com o assessor técnico da Fiat, Carlos Henrique Ferreira, e abordou o assunto. Ferreira afirmou que a soltura repentina da roda foi uma consequência do acidente e não a causa.
Confira o comunicado da Fiat na íntegra
"A Fiat Automóveis informa que cumprirá a inusitada decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), que a surpreendeu, e determinará em breve a realização de recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A empresa reitera, entretanto, que os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de Engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas.
Com base nesta convicção, a Fiat Automóveis informa que tomará, de imediato, a providência de recorrer da decisão nas esferas competentes, em busca do pleno esclarecimento dos fatos. A decisão do DPDC se baseou em laudo da empresa CESVI, contratada pelo Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, do qual a Fiat não teve conhecimento prévio nem oportunidade de manifestar-se. A Fiat discorda totalmente do referido laudo e da decisão do DPDC.
A Fiat vem tranquilizar os seus clientes no tocante à segurança do modelo Stilo, recordando que foi a primeira montadora de automóveis no Brasil a convocar espontaneamente um recall, em clara demonstração de transparência e respeito ao consumidor. São princípios que sempre nortearam a conduta da empresa."
Com atributos únicos e importância indiscutível o Exército Brasileiro optou por reativar os 226 Urutus e mais de 600 Cascavel (blindado de concepção mecânica semelhante à do Urutu) que estão em inatividade. Com powertrain bastante ultrapassado, uns com câmbio manual e outros com câmbio automático, porém em grande defasagem em relação à tecnologia existente no momento, deverão passar por uma grande reformulação para voltar à atividade. Com essa reforma os veículos militares estarão aptos para operar por, no mínimo, mais 15 anos. Isso é o que garantem as empresas que estão envolvidas no processo de restauração dos blindados, e que fizeram um protótipo para avaliação do exército.
No modelo atualizado o antigo motor Mercedes-Benz OM 352 foi substituído pelo OM 366 LA militarizado, o que proporcionou um grande ganho de potência (de 158 cv para 230 cv) e, consequentemente, mobilidade. A caixa de marchas original Mercedes G3-36 mecânica foi substituída por uma automática Allison da série 3000, eletrônica, que vem acoplada à caixa de transferência Engesa que foi totalmente revisada. Nos primeiros testes realizados o protótipo alcançou a velocidade máxima de 110 km/h em terrenos livres e se mostrou apto a chegar aos 80 km/h em situação off-road. Sua autonomia também aumentou significativamente, passando de 750 para 950 quilômetros.Segundo Glauco Bueno da Silva, gerente da Engemotors ― do Grupo Brasilia Motors ―, que está procedendo a atualização dos veículos de combate, “um dos motivos da utilização do câmbio automático em todas as unidades do Urutu ou Cascavel fica por conta da geração da maior facilidade de condução. Em um carro de combate, quando em situação de batalha, é muito mais complicado o piloto manter parte da sua atenção dedicada a passar marchas, usar embreagem, escolher a melhor marcha para determinada situação, etc. Com o câmbio automático o piloto fica liberado dessas atividades adicionais e pode ficar mais atento para as operações inerentes às manobras de guerra. O câmbio da família 3000 que estamos usando se mostrou muito resistente e trouxe um resultado bastante interessante para o protótipo que está em testes. A performance que temos com o modelo atual é bem superior à dos veículos antigos equipados com câmbio automático, já que a geração usada no Urutu não tinha gerenciamento eletrônico e uma série de atualizações tecnológicas que favorecem sua operacionalidade”.
Todos os demais sistemas de funcionamento do protótipo foram revistos, entre eles: freios, eixos cardãs, borrachas de vedação da carroceria, pressurização dos diferenciais e suspensão boomerang, bomba de porão, etc. Os resultados mostram que com as melhorias tecnológicas que foram introduzidas as unidades inativas do Urutu elas podem ser reativadas e muito úteis para o Exército Brasileiro.
Amado Batista disse que estava sozinho no carro e que seguia para a casa de amigos, em Anápolis (GO). "Eu estava dirigindo a cerca de 110 km/h quando o pneu traseiro estourou e o motor também. Foi de repente. Por sorte o carro não balançou na pista, ", disse o músico.
O cantor não ficou ferido no acidente, mas ficou com medo do carro explodir e machucar as pessoas que pararam para ajudá-lo. Ele disse que muito óleo começou a cair no asfalto, sob o carro. "Foi onde começaram a aparecer as primeiras chamas. Estava assustado porque o tanque estava pela metade e tinha muito combusítvel para queimar."
Poucos minutos depois, o carro começou a andar sozinho. "Eu parei num trecho de subida. Acho que o fogo consumiu o freio de mão e o carro, em chamas, começou a descer de ré, atravessou a pista e só parou na ilha central. Por sorte, os motoristas já tinham visto a movimentação no local e reduziram a velocidade e não atingiram o meu carro, que ficou completamente destruído", disse o cantor popular.
A GM apresentou nesta segunda (11), no Salão de Detroit, uma nova proposta de crossover, o Granite. O objetivo da marca é desenvolver SUV’s menores para atrair jovens compradores. Com 4,09 m de comprimento, 1,78 m de largura e 1,53 m de altura, o modelo “quadradão” se destaca pelas 4 portas que são articuladas na parte traseira, assim, não há pilar entre as portas dianteiras e traseiras.
O protótipo é equipado com motor GM 1.4 turbo, ligado a uma transmissão de seis velocidades. O design da parte interna é inspirado em aviões.
A General Motors não divulgou se pretende iniciar a produção do modelo.
Luxa explica que o simpático Jeep virou uma espécie de amuleto e o vem acompanhando nos últimos anos.
O motor a diesel é de 611 cm³ e tem 11 cv´s de potência, o que permite que a minivan alcance, no máximo, 55 km/h. O tanque de combustível tem capacidade para 10 litros.
A proposta é interessante para os consumidores de triciclos que são muito utilizados na Índia. O preço não foi divulgado, mas deve seguir a filosofia de “carro do povo” do Nano.
Ano-novo, carro novo. Ao menos para os piratas somali, que atacaram mais um navio no primeiro dia de 2010. O cargueiro Asian Glory foi sequestrado quando carregava mais de 2.300 carros da Hyundai e Kia.
A carga, que tinha como destino a Arábia Saudita, estava paga pelo distribuidor e segurada. Os sequestradores ainda não deram notícias nem cobraram resgate. Os piratas estão ficando mais confiantes e abusados, pois o navio foi interceptado há mais de 1.500 kms da costa. Até quando isso vai ocorrer? será que não existem meios de cessar a pirataria nos dias de hoje? os criminosos tem endereço fixo, a ação para por um ponto final nisso tudo não demoraria mais que 30 dias. Pelo visto falta ânimo mundial para equacionar tal questão.
O navio está atracado na costa da Somália e os 25 tripulantes não estão feridos. 