sexta-feira, 3 de abril de 2009

Traxx Shark 250cc - Lançamento


Quatro meses após revelar os planos de ampliação de sua linha de motocicletas, a Moto Traxx da Amazônia apresentou nesta semana o seu primeiro modelo de 250 cilindradas.

Batizada de Shark e com preço sugerido de R$ 8.888, esta custom chinesa de design robusto chega ao mercado para conquistar o motociclista que procura por uma máquina do tipo estradeira.

Seu “coração” é um dois cilindros em linha, quatro tempos, de 233 cm³, arrefecido a ar e alimentado por carburador, do tipo CV (vácuo constante). Com sistema de partida elétrico e transmissão em cinco velocidades, desenvolve potência de 19,7 cv a 8.000 rpm.

O kit de frenagem dispõe de disco na frente e tambor atrás. A suspensão dianteira é de garfo telescópico, enquanto a traseira, de braço oscilante com duplo amortecimento ajustável.

Seguindo um estilo único, de acordo com a descrição da fabricante, a Shark 250 vem na opção bicolor, misturando as cores preto e amarelo. Os pneus levam as dimensões 3.00 x 18 (dianteiro) e 130/90 x 15 (traseiro). Lâmpadas auxiliares frontais para “meia luz” também equipam o novo modelo, bem como o suporte lateral para alforges, que aguenta até 5 kg de carga de cada lado.

Com tanque com capacidade para 13 litros de combustível e mais 2 litros de reserva, a custom da Traxx tem desempenho médio de 24 km/l na cidade e 28 km/l na estrada, segundo informações da empresa do China South Group. A velocidade máxima gira em torno de 110 km/h.

A Shark já está à venda em todo o Brasil, nas 120 revendas da marca.

Fonte: moto.com.br

Motoristas sob raios: Perigoso?


De acordo com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), um fenômeno meteorológico vem preocupando pesquisadores que estudam o clima: o aumento na incidência de raios em todo o Brasil, que é campeão mundial em incidência do fenômeno.

Segundo o livro Relâmpagos, de Osmar Pinto Júnior e Iara Regina Cardoso de Almeida Pinto, que acaba de ser relançado, a incidência de raios chega a 50 milhões por ano. O fenômeno já causou 75 mortes em 2008 – o recorde da década – e prejuízos da ordem de R$ 1 bilhão.

No carro

Além das enchentes, os raios também são motivos de medo de muitos motoristas; afinal, ser atingido por um raio pode ter conseqüências fatais, causar queimaduras, danos no coração, pulmões, sistema nervoso e em outras partes do corpo.

Mas quais são as probabilidades de um raio atingir os ocupantes de um carro, moto ou bicicleta?

Para esclarecer esta e outras dúvidas, entrevistamos o mestre em energia pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), Cláudio H. Furukawa, que também ensina como evitar o perigo.

Dentro de um carro – que não seja conversível – o risco de ocorrer uma descarga elétrica é muito pequeno, pois o carro funciona como uma blindagem eletrostática, também chamada de "gaiola de Faraday".

Como a lataria do automóvel é feita de metal que conduz melhor a eletricidade, caso haja uma descarga elétrica ela tende a percorrer uma trajetória de menor resistência através do metal, evitando passar por dentro do carro.

Carros conversíveis e os que não possuem carcaça de metal devem evitar locais descampados em dias de tempestade ou nas proximidades de nuvens carregadas.

O mesmo ocorre com os aviões em dias de tempestade. O risco maior é de que a descarga elétrica cause algum tipo de pane nos instrumentos ou no motor, o que, no caso de uma aeronave, pode ser catastrófico. Por isso, os aviões evitam fazer pousos ou decolagens quando existem nuvens carregadas em cima de aeroportos.

Na moto

O risco é maior no caso de uma moto, pois não há a blindagem metálica em cima da cabeça do motociclista. Nesse caso, também é melhor evitar locais descampados próximos de nuvens carregadas. O melhor é descer da moto e procurar um abrigo seguro.


Como não correr riscos

Durante uma tempestade, se estivermos dentro de um carro de carcaça metálica, estaremos mais seguros do que fora dele. Mas é preciso se lembrar de que não devemos ficar com os braços e cabeça para fora ou com alguma parte do corpo em contato com a parte metálica da carroceria. Como os bancos e o volante estão bem isolados eletricamente, praticamente não há riscos dentro dele.

O perigo das árvores

As árvores mais altas estão mais sujeitas às descargas elétricas, pois, em geral, elas estão próximas de nuvens carregadas. A eletricidade sempre tende a percorrer um caminho mais curto ou de menor resistência. Em dias de chuva, não só as árvores atraem mais os raios, mas qualquer outra estrutura alta, como quiosques que não tenham pára-raios instalados. O pára-raios nada mais é do que uma ponta de metal instalada em um local alto e ligada à terra por um fio condutor.

Outros perigos

Quando houver nuvens carregadas nas proximidades (não é preciso necessariamente que esteja chovendo!), é melhor evitar ficar debaixo de árvores, quiosques, antenas, postes etc. que não tenham pára-raios para proteção. Caso haja uma descarga nestes locais, a grande quantidade de corrente elétrica passando por estas estruturas pode causar grande aquecimento, provocando uma “explosão”, que chamamos de trovão (barulho causado por uma descarga).

Além disso, parte da descarga poderá passar pela pessoa que estiver perto, o que pode causar desde um pequeno choque até paradas cardíacas ou respiratórias, além de grandes queimaduras.

Relâmpagos

Para quem se interessa pelo tema, o livro Relâmpagos, direcionado para o público em geral, apresenta conceitos básicos sobre os raios, traz números atualizados sobre a incidência em diferentes regiões do Brasil, indica como se proteger ou evitar prejuízos e discute a possível variação da incidência em função do aquecimento global.

“O livro foi originalmente publicado em 1996, mas desde então o conhecimento sobre os relâmpagos no Brasil avançou muito e isso motivou o relançamento. O conteúdo foi revisto e aprimorado e muitas novas informações foram agregadas. O livro contribui no sentido de conscientizar a população para a importância desse estudo e despertar futuros cientistas para os novos desafios nesta área do conhecimento”, disse Pinto Júnior à Agência Fapesp.

Segundo o autor, o livro tenta contextualizar a ocorrência do fenômeno no Brasil e faz um alerta sobre a possibilidade de aumento na incidência de raios nas próximas décadas em função das mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global. O Brasil, por sua extensão territorial e proximidade com a linha do Equador, é o país com maior incidência de raios do mundo.

“Procuramos discutir as razões dessa maior frequência no Brasil, além de questões conceituais, como o que são relâmpagos e como se originam, se saem da terra ou das nuvens, que pontos costumam atingir, onde se abrigar durante os temporais e como as pesquisas do Elat têm revelado detalhes dos relâmpagos com o uso de câmeras de alta velocidade e sistemas de detecção”, explicou.

Os raios são uma das inúmeras e intensas manifestações da natureza na busca de equilíbrio. “Eles ocorrem a partir do choque de partículas de gelo no interior de nuvens de tempestade. Correspondem a uma busca de equilíbrio elétrico natural”, disse.
O aumento considerável na incidência registrado pelo Inpe, segundo o cientista, deve-se a fenômenos de larga escala como o La Niña. Mas também é plausível que a elevação seja consequência das mudanças climáticas globais.

Relâmpagos
Autores: Osmar Pinto Júnior e Iara Regina Cardoso de Almeida Pinto
Páginas: 112
Preço: R$ 33,70

Fonte: webmotors.com.br




quinta-feira, 2 de abril de 2009

Policia de Londres apreende blindado em protesto

A polícia de Londres apreendeu um veículo blindado usado por manifestantes durante os confrontos do G20 no centro de Londres nesta quarta-feira (1º).

A foto acima mostra o veículo em frente ao banco RBS em Bishopsgates, o centro financeiro da capital da Inglaterra.

N.E. Podemos crer que os Britânicos levam o protesto a sério.....

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Recall Honda Fan - Mais um.....


A fabricante de motos Honda anunciou nesta terça-feira (31) o recall da motocicleta CG 125 Fan KS modelo 2009. Os proprietários das motos com os chassis abaixo relacionados devem entrar em contato com uma concessionária da marca para verificar se é preciso trocar o conjunto de partida da motocicleta.

A Honda já tinha anunciado recall deste modelo por conta de outro problema no início do mês.

Chassis: de 9C2JC41109R000036 até 9C2JC41109R031035

De acordo com a Moto Honda da Amazônia, algumas unidades podem apresentar travamento da roda traseira, inclusive de forma intermitente, o que, em alguns casos, pode resultar em perda de controle e queda. Caso a motocicleta necessite de reparo, a troca será totalmente gratuita.

Para a comodidade de seus clientes, a Honda solicita prévio agendamento com a concessionária de preferência do proprietário. Os endereços e telefones podem ser obtidos pelo telefone 0800 77 05 125 ou no site www.honda.com.br

O recall anterior

No dia 5 de março, a Honda anunciou o recall da motocicleta modelo CG 125 Fan 2009, nas versões KS e ES por causa de um problema no tubo de combustível da moto. De acordo com o fabricante, algumas unidades podem apresentar danos no tubo, o que, em casos mais severos, pode ocasionar vazamento de combustível e possível risco de acidente ou incêndio.

Fonte: press release Honda

Dicas para a manutenção da sua moto


DICAS DE DURABILIDADE

Veja, abaixo, algumas dicas recomendadas para “economizar” a sua moto e aumentar a sua durabilidade:

Ao dar partida no motor ainda frio, evite acelerar. Deixe que funcione em marcha lenta por alguns minutos até que atinja aproximadamente 40 graus;

Evite manter o motor ligado, com a moto parada, depois de suficientemente aquecido;

Procure passar as marchas no “tempo” certo, sincronizando corretamente a rotação, para não causar trancos no câmbio e embreagem;

Acelere e desacelere o motor sempre com progressividade, sem mudanças bruscas de velocidade;

Procure antecipar as suas ações sempre que possível para não frear bruscamente. Isso economiza pneus e sistema de freios;

Mantenha os pneus sempre calibrados, o que previne desgastes excessivos da banda de rodagem e evita esforço extra do motor;

Se possível, procure abastecer somente em postos que ofereçam combustível de boa qualidade;

Troque o óleo do motor, bem como o filtro correspondente, após transitar em locais alagados ou muito poeirentos. Ou sempre que notar alterações de cor no lubrificante, causadas por contaminação com água (esbranquiçado) ou outros produtos (esverdeado);

Mantenha sempre limpos os filtros de ar e combustível. No casso de componentes descartáveis, troque-os sempre que “enfrentar” viagens ou abastecimentos em locais sujeitos a muita fuligem, poeira ou sujeira;

Verifique regularmente a carga da bateria e o nível de solução (se necessário), para prevenir sobrecargas e esforços extras no sistema elétrico;

Não permita que a corrente de transmissão trabalhe folgada ou sem lubrificação, o que causa desgaste prematuro e aumento do esforço do motor;

Não faça adaptações de escapamentos, rodas e outros componentes que não tenham a aprovação do fabricante;

Faça as revisões periódicas em concessionária autorizada. A economia nem sempre compensa;

Após receber a moto de uma revisão ou conserto, faça uma verificação para confirmar se os serviços foram realmente feitos e se não ficou nada mal apertado ou fora do lugar.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Governo reduz imposto para motos


O governo anunciou nesta segunda-feira, 30, um acordo para a prorrogação do IPI menor sobre carros e caminhões por três meses e a redução do Cofins ( 0%) para motos no País. Além disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o IPI e o PIS/Cofins sobre o cigarro serão elevados, resultando em uma alta de 30% no preço do produto. A ideia é que esse aumento compense as desonerações feitas pelo governo para combater os efeitos da crise mundial no Brasil.

Mantega informou que o corte do IPI inclui agora um acordo para a manutenção do emprego no setor. "Esta medida foi muito bem-sucedida, porque houve uma recuperação rápida da atividade... a indústria automotiva é importante para o país porque é uma cadeia produtora que chega a representar 23% do PIB industrial", disse Mantega.

Entre outras medidas anunciadas pelo governo, estão a redução do IPI sobre materiais para a construção civil, entre os quais cimento, de 4% para zero.

Sindicalistas disseram que negociaram a inclusão da questão do emprego com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Trabalho. Segundo José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM no Brasil, o acordo permite a implementação de Programa de Demissão Voluntária e também a demissão de trabalhadores temporários ao final de seus contratos.

"É o preço do acordo", disse Pinheiro Neto, acrescentando que houve muita negociação e que o entendimento só foi fechado na tarde da última sexta-feira.

Fonte: estadão

Motociclistas - 11.000 kms de aventuras - Argentina, Chile, Peru e Bolivia

Quatro brasileiros, quatro motocicletas, 28 dias e 11 mil km de estrada pela América do Sul: a viagem que começou no município de Pinheiros, no Espírito Santo, e foi até o santuário inca de Machu Pichu, no Peru, terminou esta semana com a volta dos aventureiros para casa após percorrer paisagens bucólicas na Argentina, Chile, Peru e Bolívia.

As férias terminam nesta segunda-feira (30), quando Ivan Canal, 47 anos e José Canan, 42, funcionários da Caixa Econômica Federal; Paulo Canal, 46, gerente de banco, e Marcos Cesena, 44, produtor rural, voltam ao trabalho com muita história para contar.


A viagem começou no dia 24 de fevereiro, quando os quatro amigos subiram em suas motos e começaram a seguir rumo à Argentina. Ivan Canal pilotava uma Harley-Davidson Fat Boy de 2005, com motor de 1.450 cc. O irmão dele, Paulo Canal, estava a bordo de uma Suzuki V-Strom de 2007, com motor de 1.000 cc. A moto de Marcos Cesena era uma Honda Varadero, também de 2007, com motor de 1.000 cc. E José Canan, que partiu da cidade de Barra do São Francisco (ES), pilotava uma Harley-Davidson Road King de 200, com motor de 1.450 cc.

O objetivo da turma era atravessar o deserto do Atacama, no Chile e conhecer Machu Pichu. O primeiro país visitado, no entanto, foi a Argentina. O grupo atravessou a fronteira por Foz do Iguaçu e seguiu pelo interior do país vizinho. Os brasileiros visitaram a cidade turística de Salta e entraram na Cordilheira dos Andes por Purcamarca.


No Chile, passaram por San Pedro do Atacama, coração do deserto, e alcançaram Tocopila, na beira do Oceano Pacífico. Foi no Peru que a turma teve o primeiro contratempo. Uma das motos apresentou problemas para recarregar a bateria e parou de funcionar. “Era um local perigoso, a gente via as pessoas armadas dentro dos carros”, relata Ivan Canal. “Acionamos a polícia peruana que nos acompanhou até uma cidade onde compramos outra bateria.” Em Muquegna, um paciente mecânico peruano que nunca tinha visto uma Harley Davidson na vida soldou a peça com defeito orientado, por telefone, pelo mecânico de confiança dos brasileiros.

A viagem até Cuzco foi feita à noite, sob chuva, em pista escorregadia, que exigiu muita cautela dos brasileiros. Para Machu Pichu, os quatro amigos tiveram que ir de trem, já que o governo peruano não permite o acesso de motos ao local.


Na hora de pegar o caminho de volta, eles,mudaram o roteiro original, que previa retorno por Santiago do Chile, e decidiram entrar na Bolívia após conhecer o Lago Titicaca, o mais alto lago do mundo (3.821 metros acima do nível do mar). “As estradas bolivianas são muito ruins, principalmente após Santa Cruz de la Sierra”, afirma Canal. Os brasileiros tiveram de alugar um caminhão e colocar as motos no veículo para atravessar uma estrada de terra toda esburacada. “Levamos 17 horas para percorrer 280 km”.

De volta ao Brasil, um pneu furado a 100 km/h levou um dos ocupantes a derrapar com a moto por 20 metros na Estrada quase chegando em Franca (SP). “Passamos por dificuldades para ter muita história para contar”, afirma Canal. O grupo voltou para Pinheiros na última terça-feira (24).

Fonte: www.g1.com.br

Gênio em Curitiba - GNV x GLP

Dono de carro movido a gás tentou dar de esperto e quis economizar enchendo o botijão de casa em posto BR.

Leia o texto e veja o resultado:

Acidente ocorrido no Posto Cem, de bandeira BR, localizado na BR-116.

Por achar caro o gás de cozinha, o cidadão resolveu fazer uma gambiarra para encher o botijão de cozinha no posto de GNV, enquanto abastecia seu veículo. O espertão colocou um botijão de Gás (GLP), escondido no carro, encoberto pelo carpete e ligou nele a tubulação que deveria estar conectada ao cilindro de gás natural.

Com isso, o gás foi direcionado para o botijão de GLP (que agüenta uma pressão máxima de 15 atm, enquanto o cilindro próprio para GNV é projetado para receber o gás natural em altas pressões que vão de 180 atm a 220 atm).

Ocorreu o rompimento súbito e violento do botijão com deslocamento de ar, sem fogo, que destruiu o veículo. As peças voaram mais de 80 metros, que por espetacular sorte, não causou ferimentos a nenhuma das pessoas que estavam próximas.

GÊNIO!!!

Veja o estado que ficou o carro!





Em tempo: Isso já ocorreu há algum tempo, mas sempre é bom lembrar os perigos da gambiarra.

sábado, 28 de março de 2009

Série Especial L200 Savana com GPS



A Mitsubishi lançou nesta sexta-feira (27) uma série especial da picape L200 Savana, para comemorar 15 anos do rali que a montadora promove na América do Sul. O utilitário tem como novidade um GPS de 4,8 polegadas de série. A L200 Savana tem como concorrentes a Chevrolet S10, Ford Ranger, Toyota Hilux e Nissan Frontier. A montadora não divulgou o preço do novo modelo, que será vendido a partir de abril. A versão standard da L200 Savana custa R$ 86.890.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Carros antigos, modelos 2010

Galaxie 500 2010


Galaxie 500 2010


Rural 2010


Maverick 2010



Monza 2010


Brasilia 2010


Belina 2010



Pampa 2010



Veraneio 2010



Fiat 147 2010



quarta-feira, 25 de março de 2009

Nova Porsche Cayenne GTS - Special Edition

A Porsche acaba de lançar na Europa uma série especial do Cayenne GTS para aqueles que não se contentam com a já exclusiva versão de série do SUV alemão. Batizado de Cayenne Porsche Edition 3 o modelo esportivo é equipado com todos os equipamentos disponíveis da montadora e terá apenas mil unidades fabricadas e numeradas.

A cor preta está presente em toda a carroceria e detalhes do carro, desde os faróis escurecidos com “máscaras negras” até o interior predominantemente escuro com detalhes de alumínio. Uma faixa tripla preta fosca corta longitudinalmente o capô e traz a assinatura SportDesign, responsável pelo visual esportivo do SUV equipado com rodas de 21''.

O motor é o potente V8 de 4,8 litros, com injeção direta de gasolina e comando de válvula variável, que gera 405 cavalos de potência e 500 Nm de torque. O desempenho é irrepreensível para um SUV: vai de 0 a 100 km/h em apenas 6,5 seg. e chega a 251 km/h de máxima. O modelo começa a ser vendido na Europa por 115 mil euros a partir do mês de maio.


Fonte: g1.com.br

domingo, 22 de março de 2009

O carro mais barato do mundo - Tata Nano


A montadora indiana Tata Motors colocará à venda, a partir desta segunda-feira (23), o Nano Car, considerado o carro mais barato do mundo.

O Nano Car custará 100.000 rúpias ou US$ 1.979 e, segundo a fabricante, terá como público alvo cidadãos pobres dos países em desenvolvimento que não têm condições de se locomover sobre quatro rodas.

O automóvel mede três metros de comprimento, possui quatro portas e cinco lugares, mas não conta com acessórios hoje comuns em muitos modelos, como ar-condicionado, rádio, air-bag, janela eletrônica e direção hidráulica.

A montadora foi seriamente afetada pela crise que afeta a indústria automobilística em todo o mundo e, de acordo com analistas, as vendas do novo carro não devem ser suficientes para ajudar na recuperação das perdas registradas no último trimestre de 2008.De acordo com Vaishali Jajoo, analista da consultoria Angel Broking, em Mumbai, mesmo que a companhia venda 250 mil modelos do carros por ano, os lucros contribuirão para aumentar apenas 3% da receita da montadora.A crise financeira global acertou em cheio o poder de compra dos indianos, que adiaram seus planos de comprar novos carros diante das dificuldades em conseguir crédito no mercado.

O início das vendas acontece seis meses mais tarde do que o planejado, em meio a uma polêmica sobre o local de fabricação do Nano Car. Para resolver o problema a Tata Motors estabeleceu a planta de fabricação do Nano em outro local e teve que reduzir a estimativa inicial, que previa 400.000 unidades fabricadas por mês, para apenas 25.000 veículos/mês.

Como obter placa preta - Veículos antigos


Placa Preta - Legislação

A resolução nº 56 do Contran, de 21 de maio de 1998, em seu artigo 1º, estabelece os requisitos para que o veículo possa utilizar emplacamento especial, mais conhecida como placa preta.

Para isto, é necessário preencher alguns requisitos:

1 – ter sido fabricado há mais de 30 anos;
2 – conservar suas características originais de fabricaçao;
3 – integrar uma coleção;
4 – apresentar certificado de originalidade, reconhecido pelo Denatran.

O certificado de originalidade será expedido por entidade credenciada pela Federação Brasileira de Veículos Antigos e/ou DENATRAN, mediante pagamento de uma taxa, no qual atestará o preenchimento das condições exigidas pelo item 4º da resolução nº 56.

A entidade credenciada, somente poderá fazê-lo, em veículos que preencherem os requisitos da resolução nº 56, regulamentada pela federação brasileira de veículos antigos, a qual estabelece pontuação por itens, como por exemplo, motor, farol, rodas, pneus, voltagem, pintura, estofamento, etc.

O veículo ainda deverá estar com o licenciamento em dia, e em nome do sócio, e este, deverá estar em dia com as obrigações do clube. Cada item em não conformidade com o de fabricação do veículo, enseja o desconto na pontuação, que deve contar com no mínimo 80% das características originais. Sendo que esta pontuação é obtida através de um questionário, determinando o mínimo necessário para o emplacamento, cabendo a entidade credenciada, aplicar o disposto, como também exigir outros requisitos que venham a garantir maior segurança e validade dos laudos.

Após emissão do certificado de originalidade, bastará encaminhá-lo ao Detran, para que seja emitido um novo crv com a expressão “veículo de coleção”.

Um dos mais importantes troféus para qualquer colecionador de carros antigos é a placa preta. Além de atestar a originalidade, obter essa plaqueta pode significar uma valorização de até 30% no preço do veículo.

Segundo a regulamentação do Contran, para poder rodar com a placa preta o carro deve conservar as características de fábrica e apresentar o certificado de originalidade, expedido por um clube reconhecido pelo Departamento Nacional de Trânsito.

A Federação Brasileira de Veículos Antigos e os clubes filiados a ela são os únicos que podem emitir esse documento. Segundo o diretor para o interior de São Paulo, Thiago Songa, depois de passar pela vistoria e providenciar a troca de documentos, para manter a placa preta é necessário que o dono do carro continue sendo sócio de um clube.

"Muitas pessoas se filiam só para conseguir a placa preta. Depois, saem e modificam o carro inteiro", afirma Songa. Ele explica que pela lei o responsável pelo modelo com placa preta é o clube. Por isso, se o dono do veículo sair da entidade, a federação pode cassar o direito de o carro ter a plaqueta especial.

De acordo com Songa, a Federação sugere que os clubes cobrem de R$ 100 a R$ 200 pela vistoria. Ele explica que para ser considerado apto a receber a placa, o veículo deve ter, no mínimo, 80% de originalidade.

"Todos começam a ser vistoriados como se fossem 100% originais. Os peritos vão tirando pontos conforme as alterações feitas", explica Songa. Entre as irregularidades mais comuns estão a troca de rodas e pneus por outros fora do padrão, explica o especialista.

"É impossível que um carro com mais de 30 anos tenha todas as peças originais. Só exigimos que ele mantenha as características de fábrica", diz. Isso serve também para pintura, estofamento e motor, que devem preservar o padrão original.

Itens que desclassificam o veículo sumariamente:

- Carroceria não original
- Motor não original
- Transmissão (caixa de câmbio/diferencial) não original
- Chassi não original
- Sistema de freio não original
- Suspensão não original
- Bancos ou Tapeçaria fora do padrão original
- Cor ou tonalidade fora do padrão
- Rodas fora do padrão original de época
- Ar condicionado não original
- Direção Hidraulica não original