Mulher capota Ferrari do chefe



A BMW vai apresentar no Salão do Automóvel de Nova York os crossovers X5M e X6M. Os carros levam motor 4.4 V8 com 555 cavalos de potência, muito mais encorpado que o motor 5.0 V10 (520 cv) utilizados nos atuais modelos M5 e M6 da montadora alemã.
O X5M e o X6M vêm ainda com transmissão automática de seis velocidades e câmbio "borboleta" instalado atrás do volante. De acordo com o fabricante, os dois modelos aceleram de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atingem as velocidades máximas limitadas eletronicamente de 250km/h ou 275km/h (nos modelos com o opcional "M Package").
Não há previsão destes modelos serem vendidos no Brasil.
O Salão do Automóvel de Nova York começa no próximo dia 10.




Quatro meses após revelar os planos de ampliação de sua linha de motocicletas, a Moto Traxx da Amazônia apresentou nesta semana o seu primeiro modelo de 250 cilindradas.
Batizada de Shark e com preço sugerido de R$ 8.888, esta custom chinesa de design robusto chega ao mercado para conquistar o motociclista que procura por uma máquina do tipo estradeira.
Seu “coração” é um dois cilindros em linha, quatro tempos, de 233 cm³, arrefecido a ar e alimentado por carburador, do tipo CV (vácuo constante). Com sistema de partida elétrico e transmissão em cinco velocidades, desenvolve potência de 19,7 cv a 8.000 rpm.
O kit de frenagem dispõe de disco na frente e tambor atrás. A suspensão dianteira é de garfo telescópico, enquanto a traseira, de braço oscilante com duplo amortecimento ajustável.
Seguindo um estilo único, de acordo com a descrição da fabricante, a Shark 250 vem na opção bicolor, misturando as cores preto e amarelo. Os pneus levam as dimensões 3.00 x 18 (dianteiro) e 130/90 x 15 (traseiro). Lâmpadas auxiliares frontais para “meia luz” também equipam o novo modelo, bem como o suporte lateral para alforges, que aguenta até 5 kg de carga de cada lado.
Com tanque com capacidade para 13 litros de combustível e mais 2 litros de reserva, a custom da Traxx tem desempenho médio de 24 km/l na cidade e 28 km/l na estrada, segundo informações da empresa do China South Group. A velocidade máxima gira em torno de 110 km/h.
A Shark já está à venda em todo o Brasil, nas 120 revendas da marca.
Fonte: moto.com.br


A foto acima mostra o veículo em frente ao banco RBS em Bishopsgates, o centro financeiro da capital da Inglaterra.
N.E. Podemos crer que os Britânicos levam o protesto a sério.....

A Honda já tinha anunciado recall deste modelo por conta de outro problema no início do mês.
Chassis: de 9C2JC41109R000036 até 9C2JC41109R031035
De acordo com a Moto Honda da Amazônia, algumas unidades podem apresentar travamento da roda traseira, inclusive de forma intermitente, o que, em alguns casos, pode resultar em perda de controle e queda. Caso a motocicleta necessite de reparo, a troca será totalmente gratuita.
Para a comodidade de seus clientes, a Honda solicita prévio agendamento com a concessionária de preferência do proprietário. Os endereços e telefones podem ser obtidos pelo telefone 0800 77 05 125 ou no site www.honda.com.br
O recall anterior
No dia 5 de março, a Honda anunciou o recall da motocicleta modelo CG 125 Fan 2009, nas versões KS e ES por causa de um problema no tubo de combustível da moto. De acordo com o fabricante, algumas unidades podem apresentar danos no tubo, o que, em casos mais severos, pode ocasionar vazamento de combustível e possível risco de acidente ou incêndio.Fonte: press release Honda

DICAS DE DURABILIDADE
Veja, abaixo, algumas dicas recomendadas para “economizar” a sua moto e aumentar a sua durabilidade:
Ao dar partida no motor ainda frio, evite acelerar. Deixe que funcione em marcha lenta por alguns minutos até que atinja aproximadamente 40 graus;
Evite manter o motor ligado, com a moto parada, depois de suficientemente aquecido;
Procure passar as marchas no “tempo” certo, sincronizando corretamente a rotação, para não causar trancos no câmbio e embreagem;
Acelere e desacelere o motor sempre com progressividade, sem mudanças bruscas de velocidade;
Procure antecipar as suas ações sempre que possível para não frear bruscamente. Isso economiza pneus e sistema de freios;
Mantenha os pneus sempre calibrados, o que previne desgastes excessivos da banda de rodagem e evita esforço extra do motor;
Se possível, procure abastecer somente em postos que ofereçam combustível de boa qualidade;
Troque o óleo do motor, bem como o filtro correspondente, após transitar em locais alagados ou muito poeirentos. Ou sempre que notar alterações de cor no lubrificante, causadas por contaminação com água (esbranquiçado) ou outros produtos (esverdeado);
Mantenha sempre limpos os filtros de ar e combustível. No casso de componentes descartáveis, troque-os sempre que “enfrentar” viagens ou abastecimentos em locais sujeitos a muita fuligem, poeira ou sujeira;
Verifique regularmente a carga da bateria e o nível de solução (se necessário), para prevenir sobrecargas e esforços extras no sistema elétrico;
Não permita que a corrente de transmissão trabalhe folgada ou sem lubrificação, o que causa desgaste prematuro e aumento do esforço do motor;
Não faça adaptações de escapamentos, rodas e outros componentes que não tenham a aprovação do fabricante;
Faça as revisões periódicas em concessionária autorizada. A economia nem sempre compensa;
Após receber a moto de uma revisão ou conserto, faça uma verificação para confirmar se os serviços foram realmente feitos e se não ficou nada mal apertado ou fora do lugar.

Mantega informou que o corte do IPI inclui agora um acordo para a manutenção do emprego no setor. "Esta medida foi muito bem-sucedida, porque houve uma recuperação rápida da atividade... a indústria automotiva é importante para o país porque é uma cadeia produtora que chega a representar 23% do PIB industrial", disse Mantega.
Entre outras medidas anunciadas pelo governo, estão a redução do IPI sobre materiais para a construção civil, entre os quais cimento, de 4% para zero.
Sindicalistas disseram que negociaram a inclusão da questão do emprego com os ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Trabalho. Segundo José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM no Brasil, o acordo permite a implementação de Programa de Demissão Voluntária e também a demissão de trabalhadores temporários ao final de seus contratos.
"É o preço do acordo", disse Pinheiro Neto, acrescentando que houve muita negociação e que o entendimento só foi fechado na tarde da última sexta-feira.
Fonte: estadão
Quatro brasileiros, quatro motocicletas, 28 dias e 11 mil km de estrada pela América do Sul: a viagem que começou no município de Pinheiros, no Espírito Santo, e foi até o santuário inca de Machu Pichu, no Peru, terminou esta semana com a volta dos aventureiros para casa após percorrer paisagens bucólicas na Argentina, Chile, Peru e Bolívia.
As férias terminam nesta segunda-feira (30), quando Ivan Canal, 47 anos e José Canan, 42, funcionários da Caixa Econômica Federal; Paulo Canal, 46, gerente de banco, e Marcos Cesena, 44, produtor rural, voltam ao trabalho com muita história para contar.

O objetivo da turma era atravessar o deserto do Atacama, no Chile e conhecer Machu Pichu. O primeiro país visitado, no entanto, foi a Argentina. O grupo atravessou a fronteira por Foz do Iguaçu e seguiu pelo interior do país vizinho. Os brasileiros visitaram a cidade turística de Salta e entraram na Cordilheira dos Andes por Purcamarca.
No Chile, passaram por San Pedro do Atacama, coração do deserto, e alcançaram Tocopila, na beira do Oceano Pacífico. Foi no Peru que a turma teve o primeiro contratempo. Uma das motos apresentou problemas para recarregar a bateria e parou de funcionar. “Era um local perigoso, a gente via as pessoas armadas dentro dos carros”, relata Ivan Canal. “Acionamos a polícia peruana que nos acompanhou até uma cidade onde compramos outra bateria.” Em Muquegna, um paciente mecânico peruano que nunca tinha visto uma Harley Davidson na vida soldou a peça com defeito orientado, por telefone, pelo mecânico de confiança dos brasileiros.
De volta ao Brasil, um pneu furado a 100 km/h levou um dos ocupantes a derrapar com a moto por 20 metros na Estrada quase chegando em Franca (SP). “Passamos por dificuldades para ter muita história para contar”, afirma Canal. O grupo voltou para Pinheiros na última terça-feira (24).
Fonte: www.g1.com.br



