segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Triciclos made in Paraná - Trimax

O sobrenome alemão pode ser traduzido como “homem da popa”, mas não é às embarcações que Roberto Heckmann, 58 anos, se dedica. Há quase dez anos, o seu negócio é criar e fabricar triciclos na sua empresa, a Trimax, em Curitiba. O primeiro ficou pronto em 2000 e foi fruto da vontade do empresário “de criar alguma coisa”, como ele define. O resultado foi tão bom que há 5 anos Heckmann vem atendendo os pedidos de compradores de todo o país. Sua pequena indústria está instalada no bairro Tingui. Nesse período, entregou 30 unidades que hoje estão rodando pelo PR, SC, SP, ES e MA, só para citar alguns destinos.

As vendas crescem mesmo sem o empresário investir no marketing. “Ainda não tenho capacidade produtiva para atender pedidos que surgiriam a partir de alguma ação mais ofensiva de divulgação”, explica. Este ano, por exemplo, Heckmann decidiu não participar do Salão Duas Rodas em SP, no início de outubro, por esse motivo.

E será que isso pode mudar no futuro? “Estou indo conforme a maré”, conta ele, mas garante que espera dobrar a produção em 2010 em comparação com es­­te ano, em que foram feitos sete triciclos. “Espero ter um local mais amplo para trabalhar, com mais funcionários e mais pedidos”, completa. O crescimento, na verdade, já começou. Há um ano, desde que mudou de Pi­­nhais, na região metropolitana, para o bairro Tingui, Heckmann contratou três pessoas para ajudar no produção dos triciclos.

No sangue

O empresário é apaixonado pe­­las motocicletas e descobriu que essa paixão está no sangue. Ou­­tro dia, revirando uma caixa com fotos antigas, encontrou imagens do seu bisavô em uma mo­­to. Então, era natural que ele co­­locasse em prática seu desejo de “criar algo diferente” nesse segmento. Formação acadêmica ele não tem. Lembra que deixou a es­­­cola aos 14 anos de idade para trabalhar com o pai em oficina me­­cânica, mas o reparo nunca foi o seu forte. Ele queria mesmo inventar.

E Heckmann foi feliz na sua criação. Os triciclos que ele produz têm excelente acabamento. Os bancos, por exemplo, não têm costuras para evitar que entre água. E o motor é extremamente silencioso, ideal para quem quer viajar com tranquilidade. Outra característica importante é a economia. O tanque de combustível tem capacidade para 40 litros. Assim, dependendo do modelo, é possível rodar mais de 700 quilômetros sem reabastecer.

Os motores usados nos modelos da Trimax são os da VW e da Honda. Os da Volks ele com­­pra novos, nas revendas. Já os da Honda, devido ao alto custo dos zero quilômetro, são de carros sinistrados, mas com no má­­ximo 2 mil km de uso. Os preços dos triciclos variam de R$ 41 mil a R$ 53,6 mil. O prazo de entrega, a partir de feito o pe­­dido, é de cinco meses. Esse tempo é necessário para a produção e também para que a Trimax providencie toda a documentação do triciclo.

Por enquanto, Heckmann só desfruta dos triciclos que produz nos testes que faz antes de entregar o produto para o cliente. É que até agora ele não conseguiu construir o seu. “Toda vez que estou terminando um para mim aparece um cliente e acabo vendendo”.


Fonte: Gazetadopovo.com.br

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Nova Honda VFR 1200 F com motor V4

Assim que o pano que cobria uma das surpresas da Honda no Salão de Motos de Colônia 2008 caiu, uma motocicleta futurista com linhas que lembravam as motos dos heróis japoneses apareceu e surpreendeu a todos os presentes. Mal podíamos imaginar que 1 ano depois aquele conceito V4 tornaria-se realidade. Seguindo o mesmo design ousado, a Honda apresentou na última semana a nova VFR 1200F, uma sport-touring que promete revolucionar o mercado.

Desenvolvida como uma esportiva pa­­ra percorrer longas distâncias sem cansar o piloto, a VFR impacta pelo seu de­­sign. Foge dos ângulos retos e segue a tendência de linhas arrendondadas de outras esportivas da marca como a CBR 1000RR. Traz um belo conjunto óptico com um formato de “X” na dianteira e a carenagem conta com um grande para-brisa integrado para proteger o piloto do vento. Na traseira, o conjunto de lanterna e piscas sutilmente re­­produz a forma do farol dianteiro.

Centralização de massas, to­­tal controle por parte do piloto e eficiência aerodinâmica foram os princípios básicos que nortearam o desenvolvimento da no­­va sport-touring japonesa. Para ga­­rantir a concentração de peso, a VFR 1200F aposta em um quadro de dupla trave superior de alumí­nio, leve e ao mesmo tempo rígido o suficiente para ga­­rantir a estabilidade. Ao quadro está preso o coração dessa má­­quina: um motor V4 de arquitetura inovadora.

Para aproveitar essa centralização de massas, a Honda desenhou um motor de 4 cilindros em “V” bastante estreito, no qual os 2 cilindros traseiros são colados um ao outro e os dian­­teiros, mais espaçados. Com isso, as pernas do piloto encaixam-se melhor e a altura do as­­sento de 815 mm garante um melhor controle para o piloto.

Motor diferenciado

O motociclista também vai po­­der controlar com mais precisão as respostas desse V4 de exatos 1.273 cm³ de capacidade por meio de um acelerador eletrônico que, além de mais precisão, proporciona economia de combustível, segundo a Honda. Com refrigeração líquida e comando simples no cabeçote, uma qualidade desse e outros motores em V é o grande torque: no caso dessa VFR 1200F são mais de 13 kgfm a 8.750 rpm.

Se o torque elevado garante conforto ao piloto, o desempenho esportivo fica por conta dos 172 cv a 10.500 rpm produzidos pelo V4. Número realmente impressionante para uma sport-touring. Cumpre com o objetivo da nova VFR 1200F ser uma moto esportiva para viajar. Um moderno e leve eixo-cardã faz o papel de transmissão final, completando o conjunto motriz da nova Honda.

Para parar toda a potência do motor e os 267 kg a seco da nova moto, a Honda dotou o modelo com freios de última geração.

Com previsão de chegada ao mercado europeu no início do próximo ano, a VFR 1200F não tem preço definido. Essa pri­­mei­ra versão que será co­­mercia­li­zada ainda será equipada com câmbio manual. Segundo informações da empresa, outra versão equipada com o câmbio automático, com duas embreagens lançado recentemente, deve chegar ao mercado posteriormente.

Fonte: gazetadopovo.com

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A volta do Renault Gordini

Esse é o no Renault Twingo RS Gordini, o mais novo pocket rocket da montadora Francesa, trata-se de um lançamento que resgata a grife Gordini, que é o sobrenome de um experiente preparador dos veículos Renault da década de 60, que inclusive ganhou várias provas de Rally e Endurance na época.

É provável que a Renault lance o Clio e o Megane com a grife Gordini, inclusive utilizando o padrão de cores dos carros de rally da década de 60, azul com 2 finas faixas brancas.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Veja Fusca que foi plantado na época da queda do muro de Berlin

Otto Weymann afirmou ter comprado o carro há exatos 20 anos, no dia da queda do Muro de Berlim, de dois alemães orientais que haviam acabado de passar pela fronteira recém-aberta pela queda da barreira. Ele estacionou o carro em seu jardim e cercou-o de árvores. A idade do besouro é de estimados 46 anos.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

VW tenta vender Voyage ao Iraque

De olho no mercado promissor de um país em reconstrução, a VW do Brasil informou ao G1 que negocia a venda de um lote do modelo Voyage ao Iraque. A VW não divulga detalhes sobre o acordo, como o número de unidades e o valor da operação. O G1 apurou que o lote em negociação é de 10 mil unidades, um contrato de mais de R$ 25 milhões ao considerar o valor de R$ 25 mil por carro embarcado.

Segundo a montadora, os detalhes da transação apenas serão divulgados após a assinatura do contrato. No entanto, a Câmara de Comércio Brasil-Iraque confirmou que os veículos fazem parte de um programa de renovação da frota de táxi iraquiana, financiada pelo governo do país. Um exemplar do Voyage, inclusive, está exposto durante esta semana no evento de negócios Baghdad International Fair, que acontece em Bagdá até a próxima terça-feira (10). De acordo com a Prefeitura de São Bernardo do Campo, o prefeito Luiz Marinho participou das conversas com a VW e o governo do Iraque e também confirma o andamento das negociações, pois o modelo é fabricado na unidade da Anchieta.

Quem anda pelas ruas de Bagdá, duas imagens são familiares aos brasileiros: camisas da “Seleção Canarinho” e, ainda em maior quantidade, carros Passat – aqueles fabricados aqui nos anos 70 e 80. O uniforme verde-amarelo traduz a simpatia dos iraquianos pelo futebol pentacampeão. Os autos, no entanto, são símbolos de uma estreita relação comercial entre os dois países, décadas atrás. Apesar dos contrastes culturais, brasileiros e iraquianos historicamente falam a mesma língua quando o assunto é investimento – um carisma que a VW do Brasil quer aproveitar para voltar a exportar para o país.

O possível retorno ao mercado iraquiano tem o suporte do sucesso da exportação do Passat brasileiro entre 83 e 88, chamado de “Brasili” no Iraque. Ao todo, foram vendidas 170 mil unidades, muitas delas rodam até hoje no país. “O Iraque teve bastante negócio com o Brasil na época do regime militar brasileiro. Nessa época, várias empresas brasileiras atuaram lá, como a VW, que vendeu muito Passat, e empreiteiras. Depois do fim da ditadura militar no Brasil e da invasão norte-americana no Iraque a maioria dos negócios foi inviabilizada”, afirma o economista da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.

A nova fase do Iraque e da própria alemã VW — que pretende ultrapassar a Toyota na liderança mundial em 2018 e produzir, como parte do plano, 1 milhão de unidades no Brasil até 2014 (o que inclui unidades para exportação) — propicia a retomada do investimento neste mercado. A vantagem da fábrica brasileira é que, segundo a câmara de comércio, o governo iraquiano dá preferência às empresas do Brasil, mesmo que a matriz seja em outro país.

Outras empresas do setor

Embora a venda do lote de Voyage seja o maior negócio em andamento do setor automobilístico, outras empresas prospectam novos negócios no país e participam da feira. Entre as interessadas está a Mercedes-Benz – que negociou a venda de 250 caminhões para o país em julho deste ano —, Comil Ônibus, Marcopolo e a fornecedora de implementos rodoviários Rondon.

Em junho, quando o ministro da Indústria e Minerais do Iraque, Fawzi Hariri, esteve no Brasil o representante do governo iraquiano chegou a afirmar que pretende instalar uma unidade da Mercedes-Benz no país e ter a fábrica de São Bernardo como a principal exportadora de chassis e peças. O investimento estimado, segundo ele, seria de US$ 250 milhões.

De acordo com o gerente de exportação da Comil, Aderbal Marchi, o Iraque será novamente “muito em breve” um grande mercado no Oriente Médio, por isso o foco em novos negócios no segmento de ônibus. “O Iraque é um mercado de grande potencial para nossos negócios. Já temos nossos produtos bem testados e aprovados, já que fizemos vendas expressivas para a Arábia Saudita e Qatar”, diz Marchi.

Outra empresa com experiência na região é a Randon, com participação no mercado iraquiano desde outubro de 1978. Segundo a companhia, desde então as exportações foram mantidas e novos negócios sempre estão em andamento.

“A relação entre os dois países se deslumbra no cenário de recuperação e novos investimentos. É uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, embora o país não esteja pacificado. Mas há muito que fazer na reconstrução iraquiana e recursos para isso eles têm, o problema são as condições de se trabalhar lá, porque o país ainda é uma incógnita”, observa o economista Alcides Leite, ao destacar que o país ainda é uma região de violentos conflitos.

Balança comercial

As exportações de produtos brasileiros ao Iraque atingiram a melhor marca dos últimos 21 anos: US$ 484.585.939,18 no acumulado de janeiro a setembro. O comércio, segundo o presidente da Câmara, Jalal Chaya, tem sido um dos principais fatores de expansão da participação privada no Produto Interno Bruto. O crescimento em 2009 supera os resultados de todo o ano de 2008, de US$ 377.024.998,66. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o principal produto brasileiro exportado para o Iraque é carne, tanto de ave quanto bovina.

Para estreitar ainda mais as relações comerciais com o Oriente Médio, a Câmara Brasil Iraque inaugurou um centro de exposições permanente em Sulaimaniyah. A cidade fica no Curdistão, próxima à fronteira com o Irã. O investimento foi de US$ 100 mil feito pela Câmara e pelo governo do Curdistão. Segundo a câmara, Sulaimaniyah tem o mais moderno aeroporto internacional da região e é a principal conexão entre o Iraque, a Europa e os demais países do Oriente Médio, o que justifica o investimento.

Fonte: g1.com.br

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Chip (rastreador) na frota Brasileira - agora é lei

O governo federal anunciou ontem os detalhes para instalação, num prazo de 5 anos, do Sistema de Identificação Automática de Veículos (Siniav). São Paulo deve ser uma das primeiras cidades a monitorar a frota com chips - o prefeito Kassab (DEM) foi o primeiro a conhecer o sistema, numa sessão exclusiva na quarta-feira. Além de permitir um melhor gerenciamento do trânsito, essa tecnologia colocará a capital a um passo do pedágio urbano.

O sistema permitirá também o monitoramento da velocidade por trechos e não pontualmente, como fazem hoje radares em todo o País. Ou seja, não vai adiantar o motorista colocar o pé no freio só quando estiver passando pela área monitorada pelo equipamento de fiscalização. E essa função poderá ser adotada tanto em áreas urbanas como em rodovias. A tecnologia do Siniav dispensa também praças de pedágio e a cobrança é feita "virtualmente", podendo ser debitada no cartão de crédito.

A comunicação entre o chip e as antenas será feita por frequência semelhante à de celular. O circuito vai ser instalado no para-brisa do veículo e sempre que passar por uma das antenas o automóvel terá informações captadas e levadas para uma central. Toda a frota, nova e velha, terá de circular com chip em até 5 anos. Carros novos ganharão o aparelho no emplacamento. Nos antigos, a instalação será gradual, seguindo provavelmente o calendário do licenciamento.

O monitoramento por chip também será um instrumento de segurança pública. Todos os Detrans do País terão de abastecer uma base de dados com informações sobre veículos roubados, furtados, clonados ou usados em sequestros. Os leitores das antenas estarão programados para identificar esse veículo e acionar a fiscalização. "Até sequestro relâmpago, se for avisado com rapidez, poderá ser solucionado, pois se saberá onde o carro estará passando e a polícia vai agir", explicou o consultor em Trânsito Alexandre Zum Winkel.

Os governos poderão fiscalizar ainda licenciamento, multas, IPVA e inspeção veicular. E o município poderá atribuir ainda outras funções ao aparelho, como fiscalizar o rodízio de veículos. Metade da capacidade dele será usada para guardar informações públicas e a outra poderá ser "explorada" pela iniciativa privada. Empresas que administram estacionamentos podem usá-lo para controlar o acesso de veículos, por exemplo.

POLÊMICA

"Fatalmente vamos chegar a esse tipo de restrição (o pedágio urbano)", avalia o engenheiro de Tráfego Francisco Moreno, que presta consultorias para a Prefeitura de São Paulo e para o governo do Estado. Segundo ele, com a instalação das antenas, bastará uma decisão política. Kassab já afirmou, porém, ser contrário à medida, por considerá-la "socialmente injusta." Procurada ontem, a Secretaria Municipal de Transportes não se pronunciou.


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Motociclismo - Manual do Garupa

1. Zelar para que a moto esteja sempre limpa e livre de manchas;

2. Manter toda a parte da moto impecavelmente brilhando;

3. Nunca gritar no ouvido do piloto, mesmo em situações de perigo;

4. Patrocinar o lanche do piloto nas paradas para descanso;

5. Segurar o capacete do piloto, quando este solicitar, aproveitando para limpar a viseira;

6. Ajudar o piloto a vestir o casaco ou a capa de chuva;

7. Manter engraxada e sempre brilhando as botas do piloto;

8. Nas hospedagens, esvaziar os alforges e carregar toda a bagagem;

9. Manter lubrificada a corrente da moto;

10. O Piloto desejando estacionar a moto no descanso central, o garupa deverá puxa-la por trás, para que o piloto faça o mínimo de esforço;

11. Jamais tecer comentários dizendo que o banco do garupa é desconfortável e dói o bumbum;

12. Nos eventos, nunca comprar "souvenir"grande ou pesado, para não ocupar espaços na moto que devem ser reservados para os objetos adquiridos pelo piloto;

13. Em trânsito, jamais incomodar o piloto dizendo que quer ir ao banheiro;

14. A cada quilograma de acessórios novos que o piloto instalar na moto, a garupa deverá perder o equivalente em peso corporal, para compensar;

15. Estar ciente de que três ou mais garupas reunidos, cochichando, será considerado motim.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ministro defende impostos mais altos para carros velhos

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse nesta segunda-feira (26) que a renovação da frota brasileira de caminhões só será possível com um programa efetivo de inspeção veicular. Segundo ele, veículos mais antigos também devem pagar impostos mais caros, como forma de estímulo à compra de caminhões novos.

"Só a manutenção estrita de um programa sério de inspeção veicular fará a renovação natural da frota de caminhões", afirmou o ministro, ao participar em São Paulo da abertura do 17º Salão Internacional do Automóvel (Fenatran). Na semana passada, o Conama aprovou a obrigatoriedade da inspeção veicular em todo o país.

Em entrevista após a abertura do evento, Miguel Jorge defendeu a taxação de carros antigos, que hoje são isentos de IPVA. "Outra coisa que vou me atrever a falar: é preciso ter impostos maiores para veículos mais velhos. O país é um dos únicos do mundo que, quanto mais velho o carro, menos você paga imposto", disse o ministro. "Como temos esse problema de ser o país que protege os coitadinhos, ficamos com esse tipo de política populista e demagógica que no fundo faz atrasar o país."

O ministro descartou fazer um programa de bônus para os caminhoneiros que queiram entregar seu veículo antigo e comprar um novo, por conta da dificuldade em reaproveitar peças de caminhões com até 30 anos de uso. "O caminhão com 25 ou 30 anos de uso custa no mercado R$ 15 mil ou R$ 20 mil. Você desmancha e não ganha mais de R$ 800 pela sucata. Seria uma absoluta loucura."

Fonte: g1.com.br

sábado, 24 de outubro de 2009

Novo Gol e Novo Voyage com sérios problemas - VW nega recall


Novo Gol e Voyage com sérios problemas e mais uma vez a Volkswagen do Brasil não assume e nega recall. Isso mostra a falta de respeito com o consumidor brasileiro. O que será que eles estão esperando? acidentes? perdas de vidas?

Defeito misterioso atinge motor de Gol, Fox e Voyage

Volkswagen admite falhas em pelo menos 300 automóveis 1.0 fabricados desde o ano passado. Concessionários dizem que pode haver milhares de carros afetados. Um dos primeiros sinais é a baixa do nível do óleo e ruído.

Um problema misterioso nos motores 1.0 flexível 1.0 VHT, da Volkswagen, está afetando modelos como Gol G5 (nova geração), Voyage e Fox. A fabricante admite a existência de defeito, mas informa que ainda não conseguiu identificar sua origem. “Divulgaremos um parecer em dois ou três meses”, diz João Alvarez Filho, gerente-executivo de Engenharia da empresa. “Temos conhecimento de 300 casos, todos de carros equipados com o motor 1.0, nenhum com o 1.6.” Segundo concessionários da marca, pode haver milhares de veículos com o problema.




Consumidores relataram queda no nível de óleo do motor, que passa a apresentar um barulho constante. “Parece ruído de tucho (peça do cabeçote) batendo ou virabrequim (parte inferior do motor) rajando”, diz Alvarez. Esses depoimentos são constantes em páginas da internet e comunidades de sites de relacionamento dedicadas à VW. A maioria das queixas é em relação ao Gol 1.0, mas Alvarez diz que há casos também com Voyage e Fox, os outros carros equipados com o 1.0 VHT.

A maior parte dos veículos com problemas tem entre 10 mil e 15 mil km rodados, mas há relatos de modelos mais recentes. “O meu Gol foi para a concessionária com barulho no motor aos 700 km”, diz Fábio Vieira. Nas autorizadas, se constata redução no nível de óleo. E em decorrência disso, surgem problemas em diversos componentes. Uma das peças que mais tem sido afetada - e trocada - é o cabeçote. Mas são comuns os casos em que é preciso substituir todo o motor.

Foi o que ocorreu com Hugo Barros, cujo Gol com 10 mil km teve o motor 1.0 trocado. “O carro começou a fazer barulho de válvula batendo e disseram que era problema no bloco e no cabeçote”, conta. “O meu foi entregue em 18 dias e, na autorizada, vi que os motores de outros cinco Gol estavam sendo substituídos.”


Já no Gol de Rafael Iwata, apenas o cabeçote foi substituído, mas quando o carro tinha somente 500 km rodados. “Me entregaram o Gol reparado em 30 dias e hoje, aos 14 mil km, ele não apresenta mais problemas.”

O que falta à Volks identificar é a origem do problema. “Por não se tratar de um defeito que compromete a segurança, não faremos recall”, diz Alvarez. Nas autorizadas, reclamações começaram a aparecer há cerca de três meses. Se o defeito for em todos os Gol, Fox e Voyage com o 1.0 VHT, e não apenas num lote, mais de 420 mil carros podem estar ameaçados.

Seus direitos

Márcia Oliveira, técnica do Procon-SP, diz que o cliente pode exigir a troca de todo o motor, não apenas de uma peça, se provar que a substituição parcial desvalorizará o veículo. “A troca do carro eu acho improvável”, afirma. “É preciso entrar na Justiça, o que é caro e demorado. As montadoras vencem pelo cansaço.”

Josué Rios, advogado e consultor do JT, diz que se o caso não for solucionado definitivamente em 30 dias, a fabricante tem de trocar o veículo do cliente por um novo.

Gerente do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Carlos Thadeu de Oliveira afirma que se for constatado risco à segurança, a VW terá de fazer recall. “Mas desde já tem de alertar sobre a necessidade do reparo, sem esperar que o cliente procure uma concessionária.”

terça-feira, 20 de outubro de 2009

BMW 135 - Diversão sobre rodas

Se o hatch BMW 130 duas-portas já dá muita emoção ao volante, o 135 é de causar falta de ar. O cupê do Série 1, que tem 41 cv a mais que o irmão – e 40 kg extras também – é um verdadeiro parque de diversões, mas com ingresso salgado: R$ 226 mil.

O motor 3.0 tem 6 cilindros em linha e 306 cv. Com o mesmo bloco do 335, ele justifica cada centavo pago pelo 135. Basta pisar fundo no acelerador. O biturbo despeja nada menos que 40,8 mkgf nas rodas traseiras já às 1.300 rpm. Como resultado, o carro dá um coice nas arrancadas e, se o motorista continuar com o pé embaixo, as rodas chegam a girar em falso mesmo em terceira marcha. Tudo com um ronco para lá de empolgante, que invade a cabine.

Para entender como é a ferocidade desse cupê, sua relação peso-potência é de 4,8 kg/cv, melhor que a de um Porsche Boxster (5,2 kg/cv), por exemplo. Comparando o 135 com um carro do "mundo real", o VW Gol 1.0, por exemplo, são 12,3 kg/cv.

Toda essa potência é administrada pelo eficiente câmbio automático de seis marchas, que conta com aletas atrás do volante para trocas manuais.

A posição de dirigir é impecável graças aos ajustes do volante (manual) e bancos (elétricos), que podem até estreitar as abas laterais com o objetivo de segurar o corpo em curvas mais fortes. O resultado é que o motorista se encaixa muito bem e a sensação é de estar num cockpit.

Típico 2+2, o 135 oferece praticamente o mesmo espaço traseiro encontrado no 130. Mas no 135 há um porta-objetos no centro do banco. No porta-malas está outra virtude deste cupê: o compartimento tem bons 370 litros, apenas 10 a menos que o de um Fiat Stilo, por exemplo.

O ponto negativo fica com os pneus (18") de perfil baixo para as nossas ruas. Nos do pacote M, que equipa os 135 trazidos ao País, as medidas são 215/40 (frente) e 245/35 (atrás) e sofrem ao passar até sobre uma simples tampa de bueiro.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A moto mais cara do mundo - Ducati Desmosedici RR


Esta é a Ducati Desmosedici RR, é a moto de série mais cara do mundo. Na verdade é uma moto de pista que pode ser emplacada, possui um motor V4 com 989 cm³ e 200 cv de potência. Foram importadas apenas 4 unidades, todas já estão vendidas por R$ 270.000,00.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

VW lança Gol com câmbio automatizado

Após estrear o câmbio automatizado no Polo, que recebeu o nome de I-Motion, a VW traz o sistema para o novo Gol e Voyage. Agora, o Fiat Palio Dualogic, que era o carro automatizado mais em conta do mercado, perdeu o posto.

O Gol I-Motion chega a partir de R$ 36.605, preço mais em conta do que o hatch da Fiat que parte de R$ 37.603. Já o sedã Voyage tem preço sugerido de R$ 37.090 e também passa a ser o modelo com transmissão automatizada mais barato de seu segmento. Os modelos trazem sob o capô o motor 1.6 flex de 104 cvs (com álcool).

A transmissão automatizada da VW, que recebeu o nome de ASG foi desenvolvido pela Magneti Marelli Power Train, a mesma fabricante do câmbio Dualogic, da Fiat. Mas a tecnologia da Volks passou também pelas mãos dos engenheiros da marca na Alemanha e no Brasil que reduziram as relações da segunda, terceira e quarta marcha.

O sistema automatizado não é automático, nem manual. É um pouco dos dois, como um carro flex, que roda tanto com álcool quanto com gasolina e quem escolhe qual usar é o motorista. Quando a opção automatizada é selecionada, uma central eletrônica atua na embreagem e no câmbio. Por meio de sensores de velocidade e rotação do motor, essa central escolhe o melhor momento e efetua a troca das marchas - por isso não há o pedal de embreagem.


O condutor também pode fazer as mudanças manualmente, de forma sequencial, na própria alavanca. Nos câmbios automatizados há a opção de modo de condução mais esportivo, comum nos automáticos. Ao pressionar a tecla “S”, as trocas de marchas passam a ser efetuadas em um giro mais alto e em um tempo menor, aproveitando melhor a potência do motor.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Venda de carros importados aumenta 21,4% em setembro

A valorização do real já se reflete nas vendas de veículos importados, que subiram 21,4% em setembro. Dados divulgados, nesta quinta-feira (15), pela Abeiva mostram que a crise se afasta do segmento de importados: em setembro foram emplacados 3.899 veículos, contra 3.531 unidades em agosto. O volume supera ainda o resultado de set/2008 em 10,42%, quando foram emplacadas 3.531 unidades. Os números se referem às vendas das marcas BMW, Chana, Chrysler, Dodge, Effa Motors, Hafei, Jeep, Kia Motors, Pagani, Porsche e SsangYong.

No acumulado de janeiro a setembro, as 11 marcas somaram 23.923 veículos emplacados. O número representa aumento de 1,38% sobre igual período de 2008, quando 23.240 unidades foram vendidas. Apesar da pequena variação, o segmento considera o resultado positivo, pois tradicionalmente o último trimestre do ano é favorável às vendas de automóveis.

Ao somar a esse volume às operações das marcas Jaguar, Jinbei, Land Rover e Suzuki (que se associaram à Abeiva em outubro de 2008), as quinze afiliadas emplacaram em setembro 4.722 unidades. Assim, o resultado é 19,7% superior em relação a agosto, quando foram vendidas 3.944 unidades.

“Nas nossas previsões esperamos fechar o ano com 35 mil unidades vendidas, mas pelo ritmo de vendas acredito que o volume pode chegar a 40 mil unidades”, afirma o presidente da Abeiva, Jörg Henning Dornbusch.

Além da questão cambial, o otimismo do setor se baseia no aumento do crédito ao mercado automotivo. De acordo com Dornbusch, há forte tendência de aumento dos financiamentos no país, que já representam 60% dos negócios. “Acredito que chegue a 65% ainda em 2009”, diz o presidente da Abeiva. No Mercosul, os financiamentos cresceram 34,16% neste ano, enquanto em países em crise como os da América do Norte caíram 36,7%.

A Kia Motors é a primeira em vendas entre as associadas, com 54,7% do total. Em segundo, está a BMW, com 11,2%, seguida da Suzuki, com 8%.

Atacado

No acumulado do ano em vendas no atacado (a venda realizada das importadoras para a rede de concessionárias), os números são positivos. Foram 26.349 unidades neste ano contra 24.937 veículos vendidos entre janeiro e setembro de 2008: alta de 5,66%. Com a contabilização das 15 associadas, as vendas no atacado de janeiro a setembro alcançaram 30.258 unidades, 21,13% mais em relação as 24.980 veículos das dez associadas nos primeiros nove meses de 2008.

Previsão para 2010

A Abeiva acredita que 2010 terá crescimento de 10% das vendas sobre a prevista para este ano. “Com a valorização do real, as vendas aumentam e acreditamos que o câmbio fique estável no ano que vem. Além disso, o país estará em um cenário pós-crise”, observa o representante das importadoras.

Dornbusch revela que até o final de 2009 mais três marcas irão se associar à entidade, o que incrementará os resultados de 2010. “Não posso revelar quais serão, mas não serão chinesas.”

Participação no mercado

Os números de emplacamentos em setembro mostram que as associadas à Abeiva representaram no mês participação de 9,84% e 1,98%, respectivamente, dos totais de importados no país (59.342 unidades) e do mercado geral (295.090 veículos). Já no acumulado de janeiro a setembro a participação foi de 8,99% e 1,33%, tendo como base a comercialização total de 336.436 carros importados e de 2.276.474 veículos do mercado geral no período.

Fonte: g1.com.br