




A Yamaha Motor convoca os proprietários das motocicletas Fazer 250 e Fazer 250 Limited Edition para fazer a substituição de componentes da suspensão traseira, que podem estar danificados. A montadora orienta aos clientes a procurar uma concessionária para fazer a reparação das peças.
Confira os chassis das motos em recall
Fazer 250 ano/modelo 2006 a 2008:
9C6KGO17060000001 a 9C6KG017080119994.
Fazer 250 Limited Edition ano 2008:
9C6KG027080000001 a 9C6KG027080005100.

As vendas crescem mesmo sem o empresário investir no marketing. “Ainda não tenho capacidade produtiva para atender pedidos que surgiriam a partir de alguma ação mais ofensiva de divulgação”, explica. Este ano, por exemplo, Heckmann decidiu não participar do Salão Duas Rodas em SP, no início de outubro, por esse motivo.
E será que isso pode mudar no futuro? “Estou indo conforme a maré”, conta ele, mas garante que espera dobrar a produção em 2010 em comparação com este ano, em que foram feitos sete triciclos. “Espero ter um local mais amplo para trabalhar, com mais funcionários e mais pedidos”, completa. O crescimento, na verdade, já começou. Há um ano, desde que mudou de Pinhais, na região metropolitana, para o bairro Tingui, Heckmann contratou três pessoas para ajudar no produção dos triciclos.
No sangue
O empresário é apaixonado pelas motocicletas e descobriu que essa paixão está no sangue. Outro dia, revirando uma caixa com fotos antigas, encontrou imagens do seu bisavô em uma moto. Então, era natural que ele colocasse em prática seu desejo de “criar algo diferente” nesse segmento. Formação acadêmica ele não tem. Lembra que deixou a escola aos 14 anos de idade para trabalhar com o pai em oficina mecânica, mas o reparo nunca foi o seu forte. Ele queria mesmo inventar.
E Heckmann foi feliz na sua criação. Os triciclos que ele produz têm excelente acabamento. Os bancos, por exemplo, não têm costuras para evitar que entre água. E o motor é extremamente silencioso, ideal para quem quer viajar com tranquilidade. Outra característica importante é a economia. O tanque de combustível tem capacidade para 40 litros. Assim, dependendo do modelo, é possível rodar mais de 700 quilômetros sem reabastecer.
Os motores usados nos modelos da Trimax são os da VW e da Honda. Os da Volks ele compra novos, nas revendas. Já os da Honda, devido ao alto custo dos zero quilômetro, são de carros sinistrados, mas com no máximo 2 mil km de uso. Os preços dos triciclos variam de R$ 41 mil a R$ 53,6 mil. O prazo de entrega, a partir de feito o pedido, é de cinco meses. Esse tempo é necessário para a produção e também para que a Trimax providencie toda a documentação do triciclo.
Por enquanto, Heckmann só desfruta dos triciclos que produz nos testes que faz antes de entregar o produto para o cliente. É que até agora ele não conseguiu construir o seu. “Toda vez que estou terminando um para mim aparece um cliente e acabo vendendo”.
Fonte: Gazetadopovo.com.br
Desenvolvida como uma esportiva para percorrer longas distâncias sem cansar o piloto, a VFR impacta pelo seu design. Foge dos ângulos retos e segue a tendência de linhas arrendondadas de outras esportivas da marca como a CBR 1000RR. Traz um belo conjunto óptico com um formato de “X” na dianteira e a carenagem conta com um grande para-brisa integrado para proteger o piloto do vento. Na traseira, o conjunto de lanterna e piscas sutilmente reproduz a forma do farol dianteiro.
Centralização de massas, total controle por parte do piloto e eficiência aerodinâmica foram os princípios básicos que nortearam o desenvolvimento da nova sport-touring japonesa. Para garantir a concentração de peso, a VFR 1200F aposta em um quadro de dupla trave superior de alumínio, leve e ao mesmo tempo rígido o suficiente para garantir a estabilidade. Ao quadro está preso o coração dessa máquina: um motor V4 de arquitetura inovadora.
Para aproveitar essa centralização de massas, a Honda desenhou um motor de 4 cilindros em “V” bastante estreito, no qual os 2 cilindros traseiros são colados um ao outro e os dianteiros, mais espaçados. Com isso, as pernas do piloto encaixam-se melhor e a altura do assento de 815 mm garante um melhor controle para o piloto.
Motor diferenciado
O motociclista também vai poder controlar com mais precisão as respostas desse V4 de exatos 1.273 cm³ de capacidade por meio de um acelerador eletrônico que, além de mais precisão, proporciona economia de combustível, segundo a Honda. Com refrigeração líquida e comando simples no cabeçote, uma qualidade desse e outros motores em V é o grande torque: no caso dessa VFR 1200F são mais de 13 kgfm a 8.750 rpm.
Se o torque elevado garante conforto ao piloto, o desempenho esportivo fica por conta dos 172 cv a 10.500 rpm produzidos pelo V4. Número realmente impressionante para uma sport-touring. Cumpre com o objetivo da nova VFR 1200F ser uma moto esportiva para viajar. Um moderno e leve eixo-cardã faz o papel de transmissão final, completando o conjunto motriz da nova Honda.
Para parar toda a potência do motor e os 267 kg a seco da nova moto, a Honda dotou o modelo com freios de última geração.
Fonte: gazetadopovo.com
Esse é o no Renault Twingo RS Gordini, o mais novo pocket rocket da montadora Francesa, trata-se de um lançamento que resgata a grife Gordini, que é o sobrenome de um experiente preparador dos veículos Renault da década de 60, que inclusive ganhou várias provas de Rally e Endurance na época.

De olho no mercado promissor de um país em reconstrução, a VW do Brasil informou ao G1 que negocia a venda de um lote do modelo Voyage ao Iraque. A VW não divulga detalhes sobre o acordo, como o número de unidades e o valor da operação. O G1 apurou que o lote em negociação é de 10 mil unidades, um contrato de mais de R$ 25 milhões ao considerar o valor de R$ 25 mil por carro embarcado.
O possível retorno ao mercado iraquiano tem o suporte do sucesso da exportação do Passat brasileiro entre 83 e 88, chamado de “Brasili” no Iraque. Ao todo, foram vendidas 170 mil unidades, muitas delas rodam até hoje no país. “O Iraque teve bastante negócio com o Brasil na época do regime militar brasileiro. Nessa época, várias empresas brasileiras atuaram lá, como a VW, que vendeu muito Passat, e empreiteiras. Depois do fim da ditadura militar no Brasil e da invasão norte-americana no Iraque a maioria dos negócios foi inviabilizada”, afirma o economista da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.
A nova fase do Iraque e da própria alemã VW — que pretende ultrapassar a Toyota na liderança mundial em 2018 e produzir, como parte do plano, 1 milhão de unidades no Brasil até 2014 (o que inclui unidades para exportação) — propicia a retomada do investimento neste mercado. A vantagem da fábrica brasileira é que, segundo a câmara de comércio, o governo iraquiano dá preferência às empresas do Brasil, mesmo que a matriz seja em outro país.
Outras empresas do setor
Embora a venda do lote de Voyage seja o maior negócio em andamento do setor automobilístico, outras empresas prospectam novos negócios no país e participam da feira. Entre as interessadas está a Mercedes-Benz – que negociou a venda de 250 caminhões para o país em julho deste ano —, Comil Ônibus, Marcopolo e a fornecedora de implementos rodoviários Rondon.
Em junho, quando o ministro da Indústria e Minerais do Iraque, Fawzi Hariri, esteve no Brasil o representante do governo iraquiano chegou a afirmar que pretende instalar uma unidade da Mercedes-Benz no país e ter a fábrica de São Bernardo como a principal exportadora de chassis e peças. O investimento estimado, segundo ele, seria de US$ 250 milhões.
De acordo com o gerente de exportação da Comil, Aderbal Marchi, o Iraque será novamente “muito em breve” um grande mercado no Oriente Médio, por isso o foco em novos negócios no segmento de ônibus. “O Iraque é um mercado de grande potencial para nossos negócios. Já temos nossos produtos bem testados e aprovados, já que fizemos vendas expressivas para a Arábia Saudita e Qatar”, diz Marchi.
Outra empresa com experiência na região é a Randon, com participação no mercado iraquiano desde outubro de 1978. Segundo a companhia, desde então as exportações foram mantidas e novos negócios sempre estão em andamento.
“A relação entre os dois países se deslumbra no cenário de recuperação e novos investimentos. É uma boa oportunidade para as empresas brasileiras, embora o país não esteja pacificado. Mas há muito que fazer na reconstrução iraquiana e recursos para isso eles têm, o problema são as condições de se trabalhar lá, porque o país ainda é uma incógnita”, observa o economista Alcides Leite, ao destacar que o país ainda é uma região de violentos conflitos.
Balança comercial
As exportações de produtos brasileiros ao Iraque atingiram a melhor marca dos últimos 21 anos: US$ 484.585.939,18 no acumulado de janeiro a setembro. O comércio, segundo o presidente da Câmara, Jalal Chaya, tem sido um dos principais fatores de expansão da participação privada no Produto Interno Bruto. O crescimento em 2009 supera os resultados de todo o ano de 2008, de US$ 377.024.998,66. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o principal produto brasileiro exportado para o Iraque é carne, tanto de ave quanto bovina.
Para estreitar ainda mais as relações comerciais com o Oriente Médio, a Câmara Brasil Iraque inaugurou um centro de exposições permanente em Sulaimaniyah. A cidade fica no Curdistão, próxima à fronteira com o Irã. O investimento foi de US$ 100 mil feito pela Câmara e pelo governo do Curdistão. Segundo a câmara, Sulaimaniyah tem o mais moderno aeroporto internacional da região e é a principal conexão entre o Iraque, a Europa e os demais países do Oriente Médio, o que justifica o investimento.
O governo federal anunciou ontem os detalhes para instalação, num prazo de 5 anos, do Sistema de Identificação Automática de Veículos (Siniav). São Paulo deve ser uma das primeiras cidades a monitorar a frota com chips - o prefeito Kassab (DEM) foi o primeiro a conhecer o sistema, numa sessão exclusiva na quarta-feira. Além de permitir um melhor gerenciamento do trânsito, essa tecnologia colocará a capital a um passo do pedágio urbano.
O monitoramento por chip também será um instrumento de segurança pública. Todos os Detrans do País terão de abastecer uma base de dados com informações sobre veículos roubados, furtados, clonados ou usados em sequestros. Os leitores das antenas estarão programados para identificar esse veículo e acionar a fiscalização. "Até sequestro relâmpago, se for avisado com rapidez, poderá ser solucionado, pois se saberá onde o carro estará passando e a polícia vai agir", explicou o consultor em Trânsito Alexandre Zum Winkel.



15. Estar ciente de que três ou mais garupas reunidos, cochichando, será considerado motim.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, disse nesta segunda-feira (26) que a renovação da frota brasileira de caminhões só será possível com um programa efetivo de inspeção veicular. Segundo ele, veículos mais antigos também devem pagar impostos mais caros, como forma de estímulo à compra de caminhões novos.
"Só a manutenção estrita de um programa sério de inspeção veicular fará a renovação natural da frota de caminhões", afirmou o ministro, ao participar em São Paulo da abertura do 17º Salão Internacional do Automóvel (Fenatran). Na semana passada, o Conama aprovou a obrigatoriedade da inspeção veicular em todo o país.
Em entrevista após a abertura do evento, Miguel Jorge defendeu a taxação de carros antigos, que hoje são isentos de IPVA. "Outra coisa que vou me atrever a falar: é preciso ter impostos maiores para veículos mais velhos. O país é um dos únicos do mundo que, quanto mais velho o carro, menos você paga imposto", disse o ministro. "Como temos esse problema de ser o país que protege os coitadinhos, ficamos com esse tipo de política populista e demagógica que no fundo faz atrasar o país."
Defeito misterioso atinge motor de Gol, Fox e Voyage Volkswagen admite falhas em pelo menos 300 automóveis 1.0 fabricados desde o ano passado. Concessionários dizem que pode haver milhares de carros afetados. Um dos primeiros sinais é a baixa do nível do óleo e ruído.



O motor 3.0 tem 6 cilindros em linha e 306 cv. Com o mesmo bloco do 335, ele justifica cada centavo pago pelo 135. Basta pisar fundo no acelerador. O biturbo despeja nada menos que 40,8 mkgf nas rodas traseiras já às 1.300 rpm. Como resultado, o carro dá um coice nas arrancadas e, se o motorista continuar com o pé embaixo, as rodas chegam a girar em falso mesmo em terceira marcha. Tudo com um ronco para lá de empolgante, que invade a cabine.
Para entender como é a ferocidade desse cupê, sua relação peso-potência é de 4,8 kg/cv, melhor que a de um Porsche Boxster (5,2 kg/cv), por exemplo. Comparando o 135 com um carro do "mundo real", o VW Gol 1.0, por exemplo, são 12,3 kg/cv.
Toda essa potência é administrada pelo eficiente câmbio automático de seis marchas, que conta com aletas atrás do volante para trocas manuais.
A posição de dirigir é impecável graças aos ajustes do volante (manual) e bancos (elétricos), que podem até estreitar as abas laterais com o objetivo de segurar o corpo em curvas mais fortes. O resultado é que o motorista se encaixa muito bem e a sensação é de estar num cockpit.
Típico 2+2, o 135 oferece praticamente o mesmo espaço traseiro encontrado no 130. Mas no 135 há um porta-objetos no centro do banco. No porta-malas está outra virtude deste cupê: o compartimento tem bons 370 litros, apenas 10 a menos que o de um Fiat Stilo, por exemplo.
O ponto negativo fica com os pneus (18") de perfil baixo para as nossas ruas. Nos do pacote M, que equipa os 135 trazidos ao País, as medidas são 215/40 (frente) e 245/35 (atrás) e sofrem ao passar até sobre uma simples tampa de bueiro.