
Cristiano Ronaldo, jogador do Manchester United bateu a Ferrari que conduzia em Londres, o carro ficou parcialmente destruído, já o jogador sofreu ferimentos leves.
Outra novidade é "econômetro", trata-se de um instrumento que indica o consumo instantaneo de acordo com o estilo de condução do motorista. O novo painel ganha um fundo diferente, desta vez na cor branca.

Ainda mais potente….agora com 197 Cv. Já está disponível para compra, contudo há fila de espera em algumas concessionárias.
Para a Suzuki, ela é uma lenda sobre duas rodas. Para os fãs, um verdadeiro foguete, cuja versão 2009 estava sendo aguardada com muita ansiedade no Brasil.Capaz de atingir marcas superiores a 300 km/h, esta motocicleta está de acordo com a Promot 3, lei de emissões de poluentes que passa a vigorar no Brasil em 2009. A GSX1300R Hayabusa está equipada com o chamado sistema PAIR (Injeção de Ar na Saída de Escape). Controlado pelo computador de gerenciamento do motor, este sistema injeta ar fresco da caixa do filtro de ar na saída do escape, permitindo a combustão dos hidrocarbonetos não queimados.
Mas a boa notícia é que esse modelo reestilizado pode chegar ao Brasil. A pista foi dada no lançamento mundial do Golf VI, há quatro meses, em que jornalistas brasileiros ouviram de representantes da matriz alemã que o carro deverá ser vendido por aqui no segundo semestre de 2009. Mas neste caso haveria uma dúvida: seria importado ou produzido na fábrica da marca em São José dos Pinhais (na Grande Curitiba), de onde sai o atual veículo nacional?
E foi essa sexta geração do hatch da VW que a reportagem do Caderno de Automóvel testou no mês passado na Itália, entre uma coletiva e outra, no Salão de Bolonha. E o veredicto não poderia ser outro: em relação ao atual modelo brasileiro, o Golf VI recebeu tantas melhorias que terá bons anos de sobrevida, ao menos, por enquanto, lá fora.
A começar pelo visual, o novo Golf europeu está muito mais atraente, apesar de manter a identidade que consagrou as gerações anteriores (em relação à quinta, temos de reconhecer, as mudanças foram mais sutis). Na frente, destaque para a grade mais horizontal, inspirada na do primeiro modelo, de 1974. De perfil, chama atenção as caixas de rodas bastante destacadas. Atrás, as lanternas ficaram também mais horizontais, como as do jipão Touareg. O hatch reestilizado, na realidade, passa a sensação de estar mais largo e baixo, apesar de ter mantido praticamente as mesmas dimensões da geração anterior e do carro brasileiro.
O interior também sofreu muitas mudanças, seja em relação à quinta geração européia, mas principalmente se comparamos com as linhas da cabine do Golf brasileiro. Tudo é novo: instrumentos, volante, console central e a disposição dos comandos de ar e som. O acabamento do carro, por sua vez, é primoroso. O carro, realmente, tem tudo para continuar um sucesso. Tomara que ele venha para cá...
Fonte: www.gazetadopovo.com.br

Parentes do médico britânico Harold Carr encontraram o Bugatti Atlantique 57S, fabricado em 1937, dentro de uma garagem trancada depois que ele faleceu, em 2007. Além do Bugatti, um esportivo de dois lugares, o sobrinho de Carr ainda encontrou um clássico Aston Martin e um Jaguar E-type.
“Foi inacreditável o que encontramos. Estamos maravilhados e vamos garantir que o dinheiro seja dividido entre os membros da família”, disse o sobrinho.
O carro, um dos 17 produzidos, foi comprado originalmente por Earl Howe, primeiro presidente, o Clube Britânico de Pilotos de Corrida. Howe comprou o veículo logo após sua fabricação e o manteve por oito anos. Antes de chegar às mãos de Harold Carr, em 1955, o veículo teve outros dois proprietários.
O médico britânico dirigiu o Bugatti nos primeiros anos, mas, em 1960, o estacionou na garagem e de lá nunca mais o tirou.
James Knight, presidente internacional do departamento de automotivos da casa de leilão Bonhams, disse que o carro foi uma “grande descoberta”.
“O Bugatti é extremamente original e apesar de precisar de restauração, o veículo já é, em si, uma própria 'restauração'”. O carro está com apenas 42 mil quilômetros rodados.
O Bugatti Atlantique 57S é muito cobiçado por colecionadores. Estima-se que quatro examplares pertençam ao Museu Nacional do Automóvel em Mulhouse, na França, e outros estão nas mãos de colecionadores.
Fonte: bbcbrasil.com


A restauração do Ford Coupe 1939 exigiu uma ampla substituição de peças, a maioria delas importada, já que o modelo, em seu estado original, estava deplorável. “No início, quando o carro voltou do jateamento, percebi que a carroceria estava muito pior do que eu imaginava. Mas, neste ponto, não tinha mais como voltar atrás e o único jeito era restaurar tudo, pois outro carro em melhor estado seria praticamente impossível de conseguir”, ressalta Ângelo Dresch. Segundo o economista, o resultado final ficou excelente e confiável.
A customização do modelo foi um desafio para Sérgio Liebel e sua equipe da Hot & Rusty, acostumados a trabalhar com a linha da Ford da década de 30. “Esse trabalho foi diferente dos anteriores onde eu já tinha um pouco mais de experiência. Tive o desejo de encarar novos horizontes e aprender um pouco mais dos modelos da década de 40”, diz Liebel.
O projeto no carro de Dresch buscou inspiração nos hots dos anos 70, onde a principal mudança era na mecânica, tendo poucas modificações nas características originais externas. O trabalho ficou sob responsabilidade da oficina curitibana Hot & Rusty, especializada neste tipo de customização.
Traje de festa
A intenção era manter o estilo clássico do veículo. Para tanto, a lataria ganhou a cor “preto Cadillac”. O capô e o porta-malas foram alisados, retirando as fechaduras. Os bancos receberam revestimento em couro bege com visual de época. Rodas de ferro no mesmo tom dos bancos, com calotas e sobrearos, completam o visual. O resultado rendeu o apelido de “black-tie”, em alusão ao traje de festa, em preto e branco, mais requintado. Na frente, o friso do capô, que originalmente era em duas partes, foi restaurado em peça única.
Na mecânica, optou-se por manter um conjunto Ford e não substituir por um GM, por exemplo, como é largamente feito nos Estados Unidos, berço do hot rod. O motor adotado foi o Ford V8 5.0 litros, utilizado no Maverick ou Landau, com 198 cavalos originais. A transmissão é automática de três marchas, também do Landau. A direção é hidráulica, ligada a uma coluna de direção com regulagem de altura. O veículo recebeu suspensão dianteira independente e freios a disco nas quatro rodas.
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