segunda-feira, 15 de junho de 2009

Megan Fox pilota Aprilia RS em Transformers 2

Uma moto Aprilia RS125 estará em ação no filme 'Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados', que estreia no próximo dia 24 nos EUA e no dia 26 no Brasil. A motocicleta italiana surge no filme conduzida pela atriz Megan Fox, com o galã Shia LaBeouf na garupa.

Além da Aprilia, outros veículos de destaque no novo filme da série 'Transformers' são o Chevrolet Bumblebee Camaro e o conceito esportivo Corvette Stingray. Inspirado em modelo homônimo fabricado em 1959, o visual esportivo do Corvette Stingray ganhou linhas futurísticas e grade ao estilo do Chevrolet Camaro. No filme, o protótipo vai se transformar em um robô com rodas nos pés.

Já o Bumblebee Camaro amarelo deve ser lançado em uma série limitada pela Chevrolet, marca da GM, para aproveitar o sucesso que o veículo deve fazer no filme.

Fonte: g1.com.br

Inadimplência chega a 5,2% dos financiamentos de veículos

As vendas de veículos por leasing e crédito direto ao consumidor (CDC) cresceram 18,4% em abril deste ano em relação ao mês de abril de 2008, passando de R$ 122,8 bilhões para R$ 145,3 bilhões no mesmo mês de 2009, de acordo com a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).

O maior crescimento foi o das operações de leasing, que cresceu 64,8%, saltando de R$ 38,9 bilhões para R$ 64,1 bilhões. O saldo de CDC caiu 3,1%, de R$ 83,9 bilhões para R$ 81,2 bilhões.

“O crédito está acompanhando o momento favorável para a comercialização de veículos de passageiros e comerciais leves, impulsionado principalmente pela redução do IPI e redução gradual das taxas de juros", avalia Luiz Montenegro, presidente da Anef.

Ele destaca que financeiras estão fechando negócios com valores de entradas maiores do que as verificadas anteriormente, o que auxilia, dentre outros aspectos, na contenção dos índices de crescimento da inadimplência para o setor”, avalia Luiz Montenegro, presidente da Anef.

Inadimplência cresce

Em relação à inadimplência acima de 90 dias, o mês de abril encerrou no patamar de 5,2% na carteira de CDC no mês de abril. O número mostra um crescimento em relação aos meses anteriores (4,8% em fevereiro e 5,1% em março). “Apesar da curva crescente, a inadimplência está em patamares administráveis e a tendência é que volte a apresentar retração a partir do segundo semestre do ano”, diz Montenegro.

Exposição de motos em Ponta Grossa - PR









sexta-feira, 12 de junho de 2009

Perícia afirma que Carli filho estava a 191,52 km/h

As câmeras de segurança que flagraram o acidente causado pelo ex-deputado Carli Filho que matou dois rapazes no mês passado foram adulteradas, afirma perícia divulgada no início da noite desta sexta-feira (12). O estudo foi realizado por uma empresa particular a pedido da família de Gilmar Rafael Yared, uma das vítimas fatais do acidente. Segundo o advogado da família, a contratação da análise consta nos autos do inquérito como o assistente técnico oficial, o que é previsto em lei.

“A câmera 8 foi adulterada para suprimir imagens do veículo Passat”, diz o vídeo da perícia, sob o título “conclusão”. O Passat era o carro de Carli Filho. De acordo com a perícia, algumas imagens que compõem um segundo da filmagem mostram imagens antigas.

Para o advogado que representa a família Yared, Elias Mattar Assad, as provas foram adulteradas antes de serem enviadas para a polícia. “Alguém deve ter ido naquele posto de gasolina [que tem as câmeras] entre quinta-feira [dia do acidente] e sábado. É uma tentativa de fraude processual”, opina Assad.

A suposta fraude, no entanto, não teve efeito, pois uma outra câmera do posto flagrou a trajetória do carro. A partir das imagens, a empresa Kauffmann Associados pôde calcular a velocidade do carro do então deputado Carli Filho. A conclusão é levemente maior do que era estimada. Ao invés dos 190 quilômetros por hora, a perícia determinou que o veículo se deslocava a 191,52 quilômetros por hora.

Uma simulação virtual também corroborou com a tese de que o carro do então parlamentar decolou da pista no momento em que atingiu o veículo ocupado por Yared e Carlos Murilo de Almeida.

A análise da Kauffmann deverá ser anexada no inquérito policial. A Polícia Civil também deve realizar uma reconstituição, mas não há data marcada até o momento.

A reportagem tentou entrar em contato com o advogado que representa Carli Filho, Roberto Brzezinski Neto, no início desta noite, mas ele não foi encontrado. À Polícia Civil, Carli Filho teria dito não lembrar do acidente.

Do acidente à renuncia

O que poderia ser apenas mais um acidente trágico com mortes a entrar para as estatísticas de trânsito acabou provocando a primeira renúncia de um deputado estadual na história do Paraná. Além disso, expôs um histórico de multas não só de políticos, mas de 68 mil cidadãos que continuam dirigindo com a carteira de habilitação suspensa.

Depois da morte dos jovens, o governo do estado decidiu “caçar” os motoristas que ignoram as leis de trânsito. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) determinou a entrega das habilitações suspensas em 48 horas, sob ameaça de prender os desobedientes.

O resultado foi um crescimento de 568% na devolução de carteiras no primeiro dia medida, 28 de maio. Foram 695 devoluções só nesta data. A média de 2009, até então, era de 104 devoluções por dia.

Nesse universo em situação irregular, 26 deputados estaduais já receberam notificação de suspensão de carteira. A descoberta também veio na esteira do caso Carli - o próprio ex-parlamentar estava com a carteira cassada, conforme revelou a Gazeta do Povo.

A população também participou protestando contra a impunidade no trânsito, cobrando respostas da polícia, do Judiciário e da Assembleia Legislativa. Saiu às ruas em passeatas e fez campanha com adesivos nos carros – “190 km/h é crime”.

Fonte: gazetadopovo.com.br

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Lula se diz favorável a corte permanente do IPI para carros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer uma política permanente de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados para o setor automotivo até que a crise financeira internacional seja superada.

"A minha posição é de que nós precisamos transformar isso em uma política permanente até você ter sinais totais de que a crise está debelada", disse o presidente em entrevista exclusiva à Reuters nesta quarta-feira (10).

Ele afirmou ainda não ter conversado com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre o assunto, mas considera a medida um importante antídoto contra os efeitos da crise no Brasil.

Mantega verbalizou no início desta semana que não tinha nenhuma intenção de prorrogar pela segunda vez a redução do imposto. O alívio fiscal entrou em vigor em dezembro, com prazo inicial até março, quando foi estendido até o meio do ano.

Sobre os impactos da crise, Lula disse que seu governo está preparado para tomar medidas adicionais de estímulo à economia.

No âmbito político, afirmou que, se eleita, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do governo, deve manter os pilares macroeconômicos adotados desde sua posse, em 2003. "A seriedade da política econômica vai continuar."

Juros

No dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciará a nova Selic, Lula defendeu com vigor a autonomia do Banco Central na definição do juro básico da economia. "Não quero que número seja político", enfatizou.

Perto de terminar seu segundo mandato como um dos presidentes mais populares da história, Lula admitiu que deixará o governo com a frustração de não ter implementado uma lei que desburocratize a execução de obras de infraestrutura.

"Nós fizemos tanta exigência nos marcos regulatórios que hoje eu acho que deveria, logo no primeiro ano (de governo), se soubesse que era assim, ter feito um projeto de lei para facilitar as coisas."

A um ano e meio das eleições, o presidente revelou o desejo de deixar para o sucessor um "novo PAC" (Programa de Aceleração do Crescimento). "No ano que vem, eu pretendo apresentar o novo PAC", afirmou, prometendo deixar a herança com recursos previstos no Orçamento de 2011.

Comércio em real

Às vésperas de uma viagem internacional para encontrar os chefes de Estado de China, Índia e Rússia, os chamados Brics, Lula disse que tem interesse em implementar trocas comerciais em moeda local não só com essas mas com outras economias do mundo, em substituição ao dólar.

"O que queremos fazer com alguns parceiros comerciais, inclusive com o próprio Estados Unidos, é fazer com que a nossa moeda possa ser utilizada pelos nossos empresários. Ter que comprar dólar para pagar um produto que comprou dos Estados Unidos, eu quero pagar em real sem precisar comprar dólar", comentou.

Apesar da importância e da repercussão que o mero debate de uma alternativa ao dólar entre os emergentes gera, Lula afirmou: "Isso não é uma coisa que você faz um acordo e começa a funcionar no dia seguinte."

Sobre os Brics - conceito formulado no mercado financeiro para descrever as principais economias emergentes -, o presidente defendeu uma ação conjunta das quatro nações para reformar o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e outros organismos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI).

"Mudou a geografia do mundo", ressaltou. "Os países ricos não são mais os únicos que decidem a capacidade produtiva e de consumo do mundo."

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nova Honda Lead 110

De olho no sucesso dos scooters no país e também com base em pesquisas de opinião, a Honda faz sua estreia no segmento com o Lead 110, scooter mais vendido da marca em todo mundo. Com o preço de R$ 6.990 em Curitiba, o Lead 1110 chega às concessionárias da marca em julho em quatro opções de cores: preta, vermelha metálica, bege metálica e prata.

O grande trunfo do novo scooter Honda é seu motor de um cilindro, com 108 cm3 de capacidade, comando simples no cabeçote, com refrigeração líquida e injeção eletrônica de combustível. Econômico e dentro da lei de emissão de poluentes para motocicletas (Promot 3), o propulsor oferece 9,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm e torque de 0,97 kgf.m a 6.000 rpm. Além do motor injetado, o novo Lead 110 vai ser uma boa opção para o transporte urbano diário em função também de sua transmissão automática CVT, típica dos scooters. Sem manete de embreagem, a facilidade de pilotagem é uma das grandes vantagens dos scooters.

Na parte ciclística, o Lead 110 tem chassi “underbone”, outro item também comum dos modelos dessa categoria. O trem dianteiro tem garfo telescópico e roda 12 polegadas, enquanto na traseira, usa roda de 10 polegadas e suspensão monamortecida. O peso a seco do lançamento Honda é de 109 kg.

Os freios do novo Lead 110 também merecem destaque. A solução é tradicional: disco de 190 mm de diâmetro na frente e tambor de 130 mm atrás. Porém a Honda não se esqueceu da segurança e equipou seu pequeno scooter com freios CBS (Combined Brake System), usado em motos maiores da marca. Os freios combinados funcionam da seguinte forma: ao se acionar o manete do freio traseiro, o disco dianteiro também é acionado simultaneamente, garantindo uma frenagem mais eficaz. O Lead ainda conta com freio de estacionamento.

Quanto à praticidade, o scooter estreante da Honda no Brasil também é digno de elogios. Traz bagageiro traseiro de série e, além do compartimento sob o banco acomodar dois capacetes abertos, o Lead 110 ainda tem porta-objetos na parte traseira do escudo frontal, que pode ser trancado com chave.

Para finalizar, um completo e belo painel de instrumentos. Além do velocímetro, tem luzes indicadoras, marcador de combustível e de temperatura do motor com refrigeração líquida.

O scooter Lead 110 vem para enfrentar principalmente o Suzuki Burgman AN 125, que tem preço sugerido de R$ 5.990,00. Apesar do motor de 125cc mais potente (12,5 cv), o Burgman é carburado, não atende ao Promot 3 e tem ambas as rodas de 10 polegadas. Apesar de um pouco ultrapassado, o scooter da Suzuki tem feito sucesso: em 2008 foram vendidas 21.528 unidades. Outro concorrente de peso é o Yamaha Neo AT 115, que tem rodas aro 16 e motor de 8,4 cv. Com preço de R$ 5.543, foram vendidos mais de 18.000 Neo 115 no ano passado.

Com seu modelo de estreia no segmento, a Honda pretende comercializar cerca de 18 mil unidades ainda em 2009.

Fonte: gazetadopovo.com.br

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Há 30 anos, etanol chegava aos postos brasileiros

Em maio de 1979 os primeiros postos da Petrobrás começaram a vender o etanol, mais conhecido no País como álcool. A chegada do combustível vegetal derivado da cana-de-açúcar às bombas, para abastecer uma frota de dois mil carros adaptados, demorou quatro anos desde o lançamento do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), em novembro de 1975.

O primeiro veículo nacional a álcool chegaria dois meses depois, em julho, mas restrito a frotas do governo. Tratava-se do Fiat 147, cuja versão a gasolina era produzida aqui desde 1976. As vendas do carro a etanol ao público só começaram em 1980.

O estímulo ao álcool foi gerado pela alta no preço do petróleo. Mas no final dos anos 80, por causa da baixa no custo da gasolina, o governo mudou o foco. Com isso, houve desabastecimento do combustível vegetal.

O álcool voltaria ao mercado com força total a partir de 2002. Já em março de 2003 chegou às lojas o primeiro carro flexível, que pode rodar com álcool e/ou gasolina, o Volkswagen Gol 1.6

Segundo dados da Anfavea, a associação das fabricantes, desde então até o mês passado, foram vendidos 6,95 milhões de flexíveis no Brasil. Atualmente, essa tecnologia equipa cerca de 88% dos veículos comercializados no mercado nacional.

Pesquisas feitas por montadoras indicam que a maioria dos consumidores utiliza apenas com álcool, cujo preço é mais competitivo que o da gasolina em várias regiões do País.

Fonte: estadao.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2009

GM vende Hummer para grupo chinês

A General Motors confirmou, nesta terça-feira (2), que o grupo chinês Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machinery é o comprador da marca Hummer. Os termos definitivos do acordo ainda são negociados.

Tengzhong "comprará os direitos da marca premium Hummer, junto com sua direção executiva e equipe operacional", destaca o comunicado. "Também assumirá os acordos de distribuição sobre a rede de concessionárias da Hummer".

Um dia após pedir concordata, a General Motors havia anunciado a assinatura de um protocolo de acordo com um comprador, não identificado, para vender sua marca Hummer até o final do terceiro trimestre.

A venda será submetida ao juiz de falências e às autoridades de regulação, e deve preservar mais de 3 mil empregos nos Estados Unidos, entre operários, engenheiros e funcionários de concessionárias, destaca a GM.

O acordo prevê que as fábricas da GM seguirão produzindo os veículos Hummer durante um período. Segundo o Wall Street Journal, a GM recebeu ofertas em torno de 5 bilhões de dólares pela Hummer.

A Hummer, que já foi fonte de lucro para o grupo, tornou-se um peso após o aumento dos preços dos combustíveis reduzir a demanda por seus veículos utilitários de alto consumo de gasolina.

Outras marcas

Agora, a "velha" GM segue em busca de interessados na Saturn, Saab e Pontiac. A tentativa de livrar-se dessas marcas segue-se ao acordo de princípios fechado pela empresa no fim de semana para vender as unidades europeias Opel e Vauxhall para a fabricante de autopeças canadense Magna International.

A GM também informou que 16 partes já expressaram interesse na Saturn e que está em negociações com os possíveis compradores sobre a continuidade da linha de produtos da marca após a venda. Entre os interessados estão a gigante varejista do setor automotivo Penske Automotive Group e o grupo de private equity Black Oak Partners.

Lançada em 1984 com o objetivo de enfrentar a concorrência de estrangeiros, como a Toyota, a Saturn gerou bastante entusiasmo e gozou de reputação entre clientes de renda elevada, mas nunca apresentou a competitividade que a GM esperava.

A sueca Saab, por sua vez, informou que tem dinheiro suficiente para manter suas operações à tona por várias semanas, graças aos US$ 150 milhões que recebeu da GM em fevereiro. Até meados de maio, a marca sueca ainda possuía US$ 90 milhões desse empréstimo, e disse que não vai receber mais dinheiro da norte-americana concordatária.

"Teremos dinheiro suficiente para pagar salários e fornecedores e manter as operações até que saiamos do processo de reconstrução", disse a porta-voz Gunilla Gustavs. Ainda assim, o diretor financeiro da GM, Ray Young, disse a analistas que a empresa continua negociando a venda da marca com três partes interessadas. Ele acrescentou que o grupo deve dar prosseguimento também ao plano de separar-se da Pontiac. A marca sul-coreana GM Daewoo, porém, deve fazer parte da 'Nova GM' quando o grupo sair da concordata.

Fundada em 1908, a GM, que pediu concordata na segunda-feira (1º), fabrica carros e caminhões e emprega 235 mil pessoas em 34 países. No ano passado, o grupo vendeu 8,35 milhões de veículos em todo o mundo, sob as marcas Buick, Cadillac, Chevrolet, GMC, GM Daewoo, Holden, Hummer, Opel, Pontiac, Saab, Saturn, Vauxhall e Wuling. O maior mercado da montadora são os EUA, seguidos por China e Brasil.

Fonte: g1.com.br

terça-feira, 2 de junho de 2009

Citroen faz recall do modelo C3

A Citroën está convocando proprietários de seu modelo C3 (veja tabela ao lado) por apresentar problemas nas placas dos tambores dos freios traseiros, o que provoca o aparecimento de trinca nos componentes.

Casa haja degradação desses componentes, há redução da eficiência na frenagem e risco à segurança dos ocupantes do veículo.

Os proprietários devem agendar o serviço na rede de concessionárias autorizadas Citroën do Brasil. Entre os intervalos da tabela ao lado, há veículos que não estão inclusos no recall. Confirme com o Serviço de Atendimento ao Cliente Citroën.
Mais informações: Rede de Concessionárias Citroën do Brasil (0800 011 8088) ou pelo site: www.citroen.com.br.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Novo Honda City 2010

Este é o Honda City 2010, que será lançado nos próximos dias pela Honda, montadora japonesa no Brasil. Ele foi desenvolvido tendo como base o Fit, mas na verdade lembra o Civic, porém com a mecanica e dimensões internas de uma minivan, promete revolucionar o mercado de carros médios no país, tendo como concorrentes o Polo, Siena e Fiesta Sedan. Os motores são os mesmos do Fit, 1.4 e 1.5, ambos Flex.


O fim da guerra dos pneus


O desembargador do Rio Grande do Sul, Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (RS), decidiu liberar a importação de pneus usados para a indústria de reforma de pneus no Brasil. A decisão é inédita, desde que foi deflagrada a “Guerra dos Pneus”, em 1991, e põe fim a uma longa discussão.

A petição propõe a importação de pneus usados mediante a exportação de pneus inservíveis, em igual quantidade, para os países desenvolvidos, que os utilizam na geração de energia alternativa e fabricação de vários produtos.

Esse fato novo abriu caminho para a troca de pneus usados, exportando-se os inservíveis coletados no Brasil e, importando-se pneus usados de boa qualidade para uso como matéria-prima na indústria de reforma de pneus, o que até então nunca havia sido discutido na Justiça. E aí? O que vocês acham dessa decisão?

Carlos Guimarães

Fonte: revista autoesporte.com.br

sábado, 30 de maio de 2009

Alemanha aceita oferta da Magna pela Opel

O governo alemão aprovou um acordo com a fabricante de autopeças canadense Magna International para que ela assuma o controle da Opel, empresa que faz parte do braço europeu da montadora americana General Motors (GM).

O acordo foi anunciado nas primeiras horas deste sábado, após horas de negociações entre políticos alemães, autoridades dos Estados Unidos e executivos da GM e da Magna.

As negociações em Berlim buscavam garantir a continuidade dos negócios da Opel, que emprega mais de 25 mil pessoas na Alemanha.Espera-se que o governo alemão faça um empréstimo-ponte de 1,5 bilhão de euros para o negócio. Mesmo assim, 2,5 mil vagas na Alemanha podem ser cortadas.

A Magna, em consórcio com o banco russo Sberbank e a montadora de caminhões russa Gaz, afirmou que injetará mais de 500 milhões de euros na Opel. A GM, atual controladora da Opel, deve entrar em processo de concordata nos próximos dias.

Segundo o correspondente da BBC em Berlim, Steve Rosenberg, no entanto, a assinatura do acordo entre a GM e a Magna ainda pode levar algumas semanas.

A outra companhia interessada na empresa, a italiana Fiat, havia informado na manhã desta sexta-feira que não participaria da reunião com o governo alemão para decidir o futuro da companhia.

Proteção

Não foram divulgados mais detalhes sobre o acordo, mas informações dão conta de que a GM ficaria com 35% das ações da empresa, enquanto outros 10% ficariam sob o controle dos trabalhadores da Opel. A Magna, sozinha, ficaria com 20% da montadora, e os outros 35% seriam do consórcio ente a Magna e o Sberbank.

Correspondentes afirmam que a Magna e a GM também farão com que a GM Europa seja reestruturada, de modo que ela fique protegida durante o possível processo de concordata da GM americana.Nesta sexta-feira, um tribunal na Suécia concedeu à Saab, outra subsidiária da GM na Europa, uma extensão na proteção contra os credores.

A montadora sueca havia feito o pedido de proteção em fevereiro. Agora, ela tem até 20 de agosto para reestruturar seus negócios.

Fonte: globo.com

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